sábado, 31 de dezembro de 2011

A melhor maneira de julgar o próximo

por Zé Luís

Dizia o profeta que nosso senso de justiça é como trapo de imundícia (ou aqueles “paninhos” usados como absorventes íntimos pelas mulheres judias na antiguidade). A menstruação é para o judeu algo imundo, e sua Lei ordena que o homem sequer, neste período, se deite com a mulher, durante dez dias.

Imagine alguém que enxuga um prato, por exemplo, usando esse tipo de pano. Você certamente, ao visualizar a cena, deve ter ficado com estômago revirado, mesmo se o que vai na louça “enxugada” for o mais delicioso dos manjares.

Assim fica o quadro distorcido de nosso senso de certo e errado, resultados de experimentar a árvore do conhecimento do bem e do mal. Não é limpar, é sujar mais ainda

“Não julgue para que não seja julgado, já que são os mesmos critérios aplicados por você que serão usados na avaliação de você mesmo” parafraseando o que ensinou o Mestre.

Muitos radicais religiosos amam botar o dedo em riste no rosto alheio, sem lembrar desse ensinamento simples. Possivelmente, no dia do juízo, eles mesmos se condenem, já que nunca exercitaram a misericórdia (saber que o outro é culpado e perdoar assim mesmo. Diz a Bíblia que Deus é rico nisso). Nosso senso crítico jamais deixaria um culpado impune, embora esperemos que, quando fomos pegos em nossos delitos – não existem inocentes – sejamos perdoados por um ou outro ato de bondade feitos por nós durante a vida, quando usaremos mercenariamente isso como moeda de troca. Nem lembramos que praticarmos atos bons é obrigação, deveria ser próprio de nossa natureza, por sermos imagem e semelhança Dele.

Falta-nos admitir que nossa visão é estreita:

Quem é o culpado pela criança abandonada, que morre como aborto nas ruas de uma metrópole quando tentava fazer mais um furto que ocasionou na morte do assaltado?

Uns dirão:
“Culpa dos pais! Puseram filhos no mundo e largam na vida!”
Mas então, descobriremos que foi uma escolha da criança mesmo:
“Culpa dela, as influências dos maus amigos...”
Mas ela fugia de maus tratos de algum pai ou mãe alcoólatra, ou são os filhos do crack, gerados por indigentes viciados nas calçadas frias, entre o lixo e os ratos. Não faziam filhos, copulavam como manda o extinto.

E agora? A quem acusaremos? O traficante, que vive da destruição alheia? De um grupo de maus policiais que permite, através de corrupção, que traficantes permaneçam vendendo? De um sistema que jaz no maligno e que insistentemente mantém vidas nos lixos existenciais e misérias sociais? Do sistema perverso que se mostra sempre intransponível, impossível de ser quebrado?

Talvez a culpa esteja nas mãos daqueles, que vivem arrotando sua vontade de ajudar o próximo por amor a Deus, mas no fundo quer mais é que esses morram logo, para o mundo ficar com aquele colorido bonito dos cultos de domingo, sem o cheiro de urina e suor que esses indesejáveis emanam.

Qual o resultado de milhares de pessoas sendo manipuladas por jornais e revistas, inculcando critérios distorcidos, quando sugerem – por exemplo – que você deve mandar dinheiro para eles, para ELES darem um jeito na situação. Uma meia dúzia será filmada, para provar o bom uso das ofertas, enquanto tudo, os milhares de milhares, continuará como estão, vivendo para serem empurrados na vala comum da existência.

Por que você terceirizou a bondade que deveria fazer? Mandou suas ofertas para não ter que pensar que falha dentro de sua própria casa?

A solução está na primeira frase:
Não julgue, esteja atento para o serviço, prudente como uma serpente, mas na tranquilidade e simplicidade das pombas que passeiam nas praças, transitam pacíficas entre gigantes, sem se importar com as probabilidades de serem aniquiladas. Quando se crê em Deus e sua providência isso é possível.

Aprender a deixar nosso aclamado ego em 2º plano pode ajudar a perceber nossas deficiências, largar togas que não nos pertencem e nem nos cabem, entregar nossas escolhas a Deus em lugar disso, e perceber como nosso caminho começa a nos levar a um lugar iluminado só nos lembrará que procuramos a luz por estarmos ainda cercados pelas trevas de nossa alma. Nós nem nos damos conta...

Isso pode evitar nossa própria condenação, diante de nós mesmos.

Certa vez Davi foi procurado por um profeta, que pedia-lhe parecer sobre o caso de um homem rico, dono de grandes rebanhos, mas que roubou a única ovelha de um funcionário, e de quebra, mandou que assassinassem-no.

O rei irou-se, declarando que tal homem perverso era digno de morte.

O problema era que o tal homem perverso, digno de morte, era o próprio Davi, que matara um de seus soldados só para assumir a mulher dele, no qual engravidara enquanto esse batalhava suas guerras.

Sim. É julgando exatamente assim, com a justiça do olho por olhos, que você se condena.

Stop Motion: O Mito da Caverna de Platão (dublado)



Se você não conhece a parábola, gaste um tempinho e procure entender o que a analogia busca transmitir.

Visto no Sedentário & Hiperátivo




Aí, você liga para aquele xuxuzinho...



A gente se engana mas mesmo assim somos felizes... rsrsrsrsrs

ti

Uma frase do Drummond

"Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. 
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente!"

Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Uma ideia a ser compartilhada




Uma corrente do bem sem um final trágico. Pense na ideia, como seria o nosso mundo? Não pergunte a religião, ou os valores do outro: apenas faça o que tem de ser feito.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Os 3 fantasmas do Natal e uma versão Tupiniquim



Mudaram as estações



Não sei se já experimentou aquela sensação de não ser mais o mesmo, de não ter nada que justifique realmente uma mudança impossível, mas ela miraculosamente aconteceu?

A sensação de paz que excede todo entendimento e que, involuntariamente, nos dá a segurança de que algo nos conduz, involuntário, inexplicável, diferente.

"Mudaram as estações e nada mudou, mas eu sei que alguma coisa aconteceu, está tudo assim...tão diferente..."

Esse sentimento é exclusivo para aqueles que o sentiram, aqueles que entendem que, de alguma forma,
estamos, de repente, voltando para casa...do Pai.

Enquanto isso, em um louvorzão pentecostal...


Eis uma questão que as vezes me vem: se Jesus estivesse em um culto desses - como esteve nas leituras das Escrituras nas sinagogas no tempo em que esteve encarnado entre os homens - qual seria sua reação?

Será que aprovaria toda essa metodologia de oratória, daria um parecer positivo sobre a forma que sua Noiva se mantém, o jeito que seus profetas são tratados, e como os que se dizem profetas beiram a esquizofrenia, sem trazer um pingo de Amor em seu evangelho.

O Jesus - que se fala nos evangelhos - se comoveria com os apelos lacrimejantes dos cantores profissionais evangélico por unção? Poder? Restituição? Dez vezes mais por ter ofertado pelo Reino? Apedrejamento contra gays? Drogados? A turminha que enche a cara de fim de semana?

Será que algum deles pensou que, um dia, prestarão contas diretamente a Ele, e terão que explicar certas papagaiadas sem sentido? Acho que não. Melhor não pensar...

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Amazing Grace - Acappella


Porque nem só de guitarra viverá o homem. Um dia aprendo a brincar com as voz assim.

domingo, 25 de dezembro de 2011

9 Argumentos contra o Natal para crentes

por Zé Luís

Participo de alguns grupos de discussão. Entre eles, gosto muito dos Christians Nerds, e dos assuntos ecléticos ali debatidos. Entre eles, material interessante sobre o Natal, no qual me baseei para trazer a lista abaixo:

Há séculos , cristãos – ditos – protestantes celebram o Natal através de cantatas, jograis, dramatizações, embora é cada vez mais crescente novos grupos evangélicos que divulga essa data comemorativa como algo pervertido, oriundo do paganismo. As razões alegadas são as mais diversas: sua origem está ligada ao culto pagão ao deus Mitra, que a data real do nascimento, 25 de dezembro está incorreta e ligada a cultos pagãos, que a árvore de natal é originária de Babilônia, que não existem referências bíblicas que justifiquem tal celebração...

Enfim: os adeptos da Teologia Conspiracionista expõem uma galeria de argumentos de aparência piedosa, mas eles resistem a um contra argumento simples?

1)“Jesus não nasceu em 25 de dezembro”.
Provavelmente não. Mas a legitimidade do Natal não exige essa exatidão, já que a celebração comemora a encarnação de Deus entre os homens, assim como não existe unanimidade na exata idade em que foi crucificado, ou até, no ano em que nasceu.

Convencionar uma data não torna a celebração pagã, já que mesmo a Pascoa tem a data alterada a cada ano. Muitos não tem ideia da dimensão do milagre ocorrido quando a data é celebrada, já que o criador dos Universos dos Universos se fez um pequeno bebê nas poeirentas terras do Oriente Médio de 2000 anos atrás. A data escolhida por Ele só teria real importância para aqueles que querem fazer mapa astral, com seus ascendentes e descendentes.

2)  “25 de dezembro era a data romana onde se comemorava a adoração ao Sol Invictus”.
Fato: a partir do momento que Roma experimenta a conversão ao Evangelho, as homenagens antes feitas ao sol, agora são direcionadas a Jesus. A associação do Messias a um brilho que ofuscava o próprio Sol tornou-se uma ideia cada vez mais aceita entre os novos convertidos, já que a crença local não o via apenas como ser iluminado, mas autor, inclusive, da própria luz.

Imaginemos – minha fé hoje não é tão grande assim – que os brasileiros se convertessem a ponto do Carnaval não ser mais uma festa aceita, e se transformasse numa celebração ao Espírito. Haveria algum tipo de problema com a conversão dessa data atualmente tão nociva?

3) “A árvore de Natal descende da antiga Babilônia, desde tempos de Ninrode...”

O detalhe, mesmo se essa informação for constatada como verdadeira, é que uma coisa não invalida a outra, já que a árvore não é um simbolo exclusivo desse culto pagão. Se, em alguma longicua tribo de 10.000 anos atrás, nomades cultuavam deuses pagãos como Astarote, Moloque ou Baal, hoje o simbolismo poderia ligá-la a Arvore da Vida. O pinheiro mantém suas folhas verdes, mesmo no mais duro inverno ou na mais extenuante seca, sempre apontando para o alto, reta, em direção ao céu.

Se para o pagão, o Domingo é o “Dia do Sol” (Sunday), para o cristão é o “Dia do Senhor”. Se para o movimento GLBT, o “arco-íris” é o símbolo deles, para nós é o sinal da aliança entre Deus e a terra (Gn 9.13). Simbolismos variam de grupos para grupos.

4) “A Bíblia não prescreve essa comemoração”.

A igreja é por excelência um lugar de celebração. Nela celebramos o culto a Deus, mas também celebramos as ações de graças, nascimento dos filhos, o casamento, as bodas de ouro de nossos pais, os 15 anos da filha, o aniversário da igreja, o aniversário de seus membros. Porque então ela não celebraria o maior evento de todos, que é a Encarnação do Verbo? Muitos que são contrários ao natal, deveriam ser coerentes e nem se lembrar do aniversário da esposa. Aí eu quero ver! [Detalhe: as igrejas contrárias ao Natal fazem grandes festas celebrando o próprio aniversário].

5) “Trocar presentes é invencionice do Natal”

No passado, o povo de Deus separava um mês do ano para fazerem banquetes e trocarem presentes uns com os outros (Ester 9.22-23).

6) “O Natal foi comemorado a primeira vez somente no ano 356”.

Engano: o 1º Natal foi comemorado junto às campinas onde um grande coral de anjos louvou: “Glória a Deus nas maiores alturas....”

7) “Não é bíblico”

Se nas igrejas não há nenhum impedimento de se realizar cultos temáticos alusivos ao Pentecostes, à Páscoa, à Paixão, por que não realizar cultos alusivos ao nascimento de Jesus num determinado mês do ano? Se em maio as igrejas fazem cultos alusivos à Família, porque em dezembro – ou qualquer outro mês - não pode fazer alusivo ao Nascimento de Jesus, que é um tema bíblico tão detalhadamente narrado pelos evangelhos?

8)É uma data apenas para o consumismo.

Quando eu não conhecia a Cristo, a data que mais me aproximava Dele – ou onde mais se falava desse Nome – era o Natal. Como cristão praticante, todos os dias são próprios para falar de Jesus. Mas podemos imaginar o que um homem como o apóstolo Paulo faria, se tivesse uma data dessas, com boa parte da população mundial se atendo ao assunto, como não faz o ano inteiro.

9) Natal é uma festa mundana.

Negativo: ouça a Simone cantando que é uma festa cristã. Qualquer distorção mundana é uma apropriação indevida que os interesses desse mundo implantaram em prol de seus benefícios. O uso das agências de propaganda do natal para alavancar as vendas não transforma o nascimento de Jesus, confirmado na História, em um presépio de eletrodomésticos, TVs de 50” e celulares de última geração. 

Quem faz isso somos nós.

Justificar a não comemoração da data pelas distorções impostas pelo sistema é dizer que nossa devoção pelo Deus Altíssimo perde o valor por conta das abominações humanas. É incoerente.
Vivemos de acontecimentos cotidianos, mas também de eventos especiais e marcantes em nossas vidas, vivemos de memórias e celebrações. Sem a lembrança das coisas passadas, dos eventos alegres e significativos, tornamo-nos duros, secos, e esquecemo-nos dos feitos do Senhor. O salmista nos ensina: "Recordarei os feitos do Senhor, sim, me lembrarei das tuas maravilhas" (Sl 77.11).

Natal é uma delas que sempre faço questão de lembrar.


sábado, 24 de dezembro de 2011

Por trás das câmeras



A melhor coisa do Natal

por Zé Luís


É sempre ela que sacrificamos com nosso trabalho, com o discurso -  paradoxal - que fazemos por ela.

Em nome dela deixamos de fazer loucuras, se tivermos amor suficiente. No final, é por ela que ansiaremos (mesmo que não passe de uma ficção, uma projeção irreal do que é).

Os jovens não sabem ainda, mas aquelas brigas idiotas de irmãos, aquelas imensas bobagens virarão piada obrigatória nas reuniões de família. A "nona" aprontando com sua senilidade, o bendito parente que não se controla com a bebida, e que sempre é inconveniente, a criança que se estabaca no chão, e paralisa a todos com seu choro estrondoso.

O peru que passou do ponto, aquele pavê de bolacha maisena que provoca sempre o infame trocadilho, a molecada brigando para ficar com a coxa, o presente trocado que faz com que aquele, que acabou de perder o tão esperado celular logo após terem destrocado, e ficar com aquele jogo de cuecas, e ficar com aquele sorriso idiota, fingindo que não liga por ter ganhado aquela porcaria.

A gente acaba rindo disso.

Tudo isso daí faz parte de uma rotina feliz de se viver em família, e ainda vale a pena, apesar de todo um império trevoso militar para destruir exatamente isto.

Parece até cachorrada...



sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Formas de divulgar o nome do Filho


Vale a pena lembrar para alguns que isso é apenas uma piada.

O longo caminho de um transexual

Clique na imagem e siga a linha de tempo da transformação.

Não me dei ao trabalho de traduzir o relato da imagem acima, mas em resumo: ele tinha uma vida normal, e até os vinte anos, passava longos períodos com a namorada, até que decidiu - segundo suas próprias palavras tornar-se um homem e assumir sua opção sexual. Como sinais para sua homossexualidade, ele atribuiu a profunda admiração por cabelos e formas que contemplava quando jogava games virtuais.

Só aos 21 decidiu, através de agressivo tratamento hormonal, transformar o corpo, buscando em si a aparência de uma mulher, voz, trocando inclusive de nome e residência, para poder viver a transformação de forma plena.

Uma decisão tomada numa época da vida em que tudo é confuso, sem fundamento, sem solidez, embora a teimosia se confunda com convicção e nos faça muitas vezes escolher caminhos que jamais tomaríamos se tivéssemos um pouco mais de maturidade.

Claro: não creio que alguém escolha realmente viver isso, ser discriminado, apontado, a certeza de não ter descendência e a incerteza de não ter um fim de vida sozinho.

A escolha não deixa de parecer uma loucura.

por Zé Luís

A melhor pegadinha do ano!


Não é por nada, mais deve ter faltado pouco para o sujeito enfartar.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

As 36 melhores imagens do ano


... segundo o jornal inglês The Boston Globe.

Segundo a própria agência de noticias,  escolher entre tantas imagens e situações não é tarefa fácil. Repare na dramaticidade de algumas situações e do quanto se transmite no registro de um segundo:








































































Visto no Ziza

Realidades de um novo tempo



Mas é sério: a gente não faz por mal... acontece... não é nada pessoal... do que você falava mesmo?

Vi no Chongas

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O que vocẽ faz quando não tem ninguém olhando?



por Zé Luís

"Crentes tem a mania de ignorar fases obrigatórias da vida, para depois a desejarem, secretamente, quando o tempo de vivê-las já passou".

Em resumo, foi essa frase que ouvi da boca de um "ímpio", ao ver a hipocrisia latente nos "salvos", que insistem em dizer coisas certas, mesmo não vivendo de forma integral, quase nenhuma delas.

É cada vez mais comum ver nos jornais televisivos, a divulgação de vídeos gravados em câmeras escondidas, onde pessoas comuns são flagradas transando em lugares públicos, espancando crianças, torturando velhos e animais, policiais assassinando manifestantes.

Pensei em editar esses vídeos com a trilha sonora acima, mas a falta de tempo e disposição me impediram. Fica a ideia.

Diz a lenda, da boca das pessoas que morreram e voltaram, que se vê um filme diante dos olhos nesse momento. Sinceramente, espero que o meu seja apagado pelo Sangue do Cordeiro. Existem partes que, se viessem a público, o suicídio seria uma opção muito válida.

E não me venham falar que você, caro leitor, não teria desses momentos em sua trajetória pela vida nesse mundo: "não há um justo se quer...", e sendo assim, todos somos vis, de alguma forma, em algum momento.

A mulher, em flagrante pecado é levada para ser morta, e não é, já que não há acusadores livres dessa culpa.

Diante disso, creio que todos nós, que gostamos de levar pedras nos bolsos para eventuais linchamentos, deveríamos abandoná-las para não correr o risco de ter o método, mais dia, menos dia, aplicado em nós.

Diga não a hipocrisia.

"Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau." na última frase, do último capítulo do livro de Eclesiastes.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Revoltante: exploração animal na Bolívia... kkkkk


E o pior: nem para deixar o filhinho na creche...kkkkkkkkkkkkkkkkkk

O futuro dos Simpsons: Bart quarentão, divorciado, perdedor. Lisa? Lésbica...


O episódio de fim de ano de “Os Simpsons” promete dar o que falar. A FOX garantiu que o “Feriados de um futuro passado” vai mostrar como seria a vida da família mais famosa das telas no ano de 2041.

Segundo informações do The Sun, Bart tornou-se pai de dois meninos e, depois de tentar a vida com a esposa, resolve divorciar-se.

Lisa casou-se com Milhouse, aquele colega de infância, e depois de algum tempo separou-se também. Mais tarde, ela aparece na casa dos pais com uma amiga de faculdade com quem tem um romance.

Confira algumas fotos.
Visto no Boteco da Net


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Para aqueles que defendem que ditadura é um regime apropriado


O exército, colocado nas ruas do Cairo, Egito, perseguem com todo seu efetivo e espancam freneticamente manifestantes caídos, expuseram as roupas intimas e saltaram em cima, bem pior que a enfermeira matadora de Yorkshires. O crime dos manifestantes é o firme desejo de ter um regime menos tirânico, um país com condições dignas. Um crime.

Trágico é encontrar em reportagens brasileiras, em um país que viveu o regime, gente que defende que esse tipo de tratamento contra a população é algo, não apenas aceitável, mas solução para problemas políticos. Entre eles, gente que se diz cristã, evangélica, defensora do amor de Jesus.

Uma das orações que Deus responde e dá com abundância são os pedidos de sabedoria. O mais impressionante é perceber que é uma das orações que quase nunca são feitas. É só ver como esse "artigo" é item escasso por essas bandas.

Vide reportagem completa no Telegraph

domingo, 18 de dezembro de 2011

Que crente pode cantar na Globo?



Já dizia Chesterton, que quando se procura uma novidade, deve-se cavar em cemitérios. Não existe nada de novo debaixo do sol, e a internet é uma prova real disso. Duvida? Reconte aquela piada de 3 anos atrás e verá que muitos acharão a coisa mais engraçada do mundo, replicando em minutos como a maior novidade do momento.

O saudoso Raul Seixas cantou isso há décadas, informando que já era um "protestante" a mais tempo ainda.

Hoje, cantores conhecidos do meio evangélico tiveram um pequeno espaço na maior emissora de TV do país. Não demorou muito para que nas redes sociais começassem protestos por pretensos "formadores de opinião" sobre as motivações que implicaram aquelas apresentações.

A primeira vez que ouvi uma música "evangélica" foi por uma rádio secular, e depois, no programa da Xuxa (vergonha... acontece...)

Eu era um adolescente e morava em um centro de Umbanda, já que minha família era espírita como eu. A música era "Consagração" cantada pela então menina de 14 anos, Aline barros, e lembro-me perfeitamente que ouvia e chorava, me trancava no quarto e aumentava o volume, gravei pedaços em fita K7 (talvez você não saiba o que seja isso) e ouvia até a Aline ficar rouca.

Anos depois, convertido, ainda choro ao tocá-la.

Não sabia das motivações da menina - ou da igreja onde congregava - quando a ouvia, não sei o que fez com os cachẽs, não é da minha conta. Só aquela música me enchia a alma. Não entendia a máquina midiática que estava por trás daquela simples canção (que a própria Xuxa insistia em divulgar).

Hoje eu entendo. E continuo cantando a canção, e louvando a Deus intimamente.

Como li em uma rede social, o povo cristão começa a reclamar sistematicamente, sem lembrar como Deus trabalha. Parecem hebreus no deserto.

Afinal de contas: Qual tipo de crente poderia cantar louvores a Deus na Globo? Que tipo de contrato ele teria que assinar com os inquisidores das redes sociais para provar que cantam legitimamente? 

Em suma: tem crente que é chato prá caramba.

Pronto...desabafei...

por Zé Luís

Davi e Golias


Gatinho valente esse...

Imagens e suas histórias: Os construtores do Empire States



Todos nós já vimos, uma ou outra vez, a imagem de operários almoçando em uma viga de aço a centenas de metros do chão, foto essa tirada no famoso Empire States, mítico arranha-céus novaiorquino. Esta conhecida imagem foi tirada pelo fotógrafo americano Charlie Clyde Ebbets. Era parte de uma reportagem-denúncia, sobre as precárias condições de segurança em que trabalhavam aqueles operários, construindo o Rockfeller Center nos anos 30.

Diz a lenda que a maioria dos operários construtores do arranha-céu naqueles anos eram índios, conhecidos como Mohawk, possuidores de grande equilíbrio, preparação e acostumados a andar em grandes alturas, o que proporcionava condições de caminhar tranquilamente em alturas extremas, e auxiliar algum colega em caso de descuido.


Sem censura, todas as imagens foram divulgadas, embora só em 2003 foram confirmadas a sua autoria, quando encontradas pelo filho do fotógrafo, quando mexia nas coisas de seu pai, e encontrou o artigo que dizia "Um valente fotografo, que arriscava sua vida em uma viga de 16 cm de largura a 69 andares de altura do solo". Junto a notícia, havia uma fatura de $1,50 dólares por hora. Também foi encontrado um negativo que mostrava Ebbets numa viga com sua câmera.

Atualmente, essa coleção de imagens pertence a Corbis, empresa de Bill Gates. Antes, era parte do acervo Bettman, com mais de 11 milhões de fotografias.
































Visto no Ziza