5 de novembro de 2009

Jesus Aceito: Como foi seu Encontro?


Acabei ler “Por Esta Cruz te Matarei”.
Vou - e volto - para o trabalho de ônibus, com uma média de uma hora de ida e o mesmo na volta; era no sacolejar da condução que li a auto-biografia.
Eu, com esta cara nordestina ,por vezes encontrei-me disfarçando as lágrimas involuntárias, entre o apinhamento dos passageiros que se acotovelavam no trajeto.

Questões pertinentes a apresentação de Jesus e o encontro legítimo do mesmo (o que não deixa sombra de dúvida para possíveis descrenças futuras) ficaram mais nítidas na forma que o tal “missionário*” trazia para aplicar aos Motilones, indigenas agressivos da fronteira da Venezuela.

Não me atendo a isso por hora, lembrei-me do sistema de conversão aplicado em minha conversão, quando o Pastor Cassio fez o conhecido “apelo”, e eu, relutante, levantei a mão. Foi em 1996. Nem imaginava o que viveria a partir de então, assim como nem faço idéia qual destino Deus tem para mim.

O encontro mesmo com o Senhor se deu anos depois, como relatei em outro post.
Gostaria de saber sobre outros encontros legítimos. Não o momento emocional, ou a cerimônia pública. O ponto em que Jesus começa a ditar as regras da paz que excede todo o entendimento, e você sabe que foi Ele.

Talvez tenha sido após uma grande dor, ou um grande pecado.
Talvez você ainda se  mantenha atado a este erro, mesmo tendo-o encontrado.
Registre, compartilhe sua Boa Nova, seu encontro pessoal, mesmo que anonimamente, com os peregrinos que por aqui passam. É sempre bom sabermos como a multiforme Graça atua na vida de sua Noiva.

*Embora esta palavra, assim como cristão, evangélico, crente, gospel, etc, estão banalizados em nosso meio, me refiro a Bruce Olsson com a legitimidade da mesma.

Zé Luís