4 de abril de 2010

Você tem seu lado "Alfredinho"?

Imagem vista no Capinaremos
Confesso que eu mesmo - assim como muitos que conheço - já tive as certezas de nosso pequeno Alfredo. Muitas vezes não sabia que me faltava certas habilidades, e burramente, me vangloriava de meus feitos, sem me dar conta do papel ridículo que estava prestando.

Talvez você não saiba do que falo. Por isso, colocaremos na 3ª pessoa:

Sabe aquele sujeito - seu colega de serviço? não olha para ele agora não - que é um tremendo chato, mas se classifica agradável, crê que seus assuntos - que geralmente são sempre os mesmos - realmente dignos de interromper qualquer assunto realmente relevante.

Gente que imagina que suas revelações sobre as aquisições atuais e futuras (desde bijuterias que omitiu ser do camelo ao carro que seu marido está para tirar na concessionária), ou mesmo as explicações do último capitulo da novela que possuem o mistério oculto  de  toda a trama.
 
Gente como eu: chata, emocionalmente daltônica, mas que crê realmente que possui habilidades que não tem.

Por isso o Mestre pediu para que nos amássemos o próximo como nos amamos: aceitarmos o "daltonismo" alheio como aceitamos o nosso. Ele aceita, e olha que ele sabe exatamente nossa série de deficiências óbvias ou não.

4 comentários:

  1. E como sou Alfredo as vezes, minha sorte é que tenho amigos sinceros que me dizem na cara o quanto posso ser insuportável, mas ainda assim me suportam. E sou grato por isso. Essa história me lembrou a parábola do credor que tinha dois devedores, cuja tônica é o perdão, mas a gente sempre quer ser aceito e nem sempre aceitamos as pessoas como elas são.

    Não me leve a mal mas ri muito desse moleque, aliás acho que quando clico no link, já vou abrindo a página rindo!

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  2. Zé, andei falando muito mal de de você - confere aí: http://essavidareal.blogspot.com/2010/03/eder-barbosa-blogs-favoritos.html - não tens direito a defesa.

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  3. tenho este lado alfredinho meio tobó meio calabresa
    Mas ia meu irmão tenho um marido que é meu sitocometro, uma referência.

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  4. Nossa!!!
    Acho que na maior parte da minha eu fui alfredo!
    Mas, pior do que ser "alfredo" é ter que lidar com os alfredos.
    Pessoas que "se acham", que até te imprimem uma imagem legal a primeira vista, mas que num olhar mais apurado, demonstram não ser nada do que mostram e não fazer nada do que falam.
    Ê "alfredada"!!!

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