7 de agosto de 2010

Os alienigenas e o fim da fé

por Zé Luís

Gosto do filme MIB.

Divertia-me com a possibilidade cômica dos alienigenas vivendo entre nós, sendo policiada por agentes humanos e extraterrestres, coletando informações vitais de investigação em folhetins de jornalecos contendo conspirações absurdas. Mas a ficção parece que está copiando a realidade:

Apostar é algo comum na Europa. Se aposta por tudo ( não se reservando apenas a esportes).

Acompanhando um processo entre apostadores e os bookmakers na Inglaterra, me admirei com a forma que aquilo era encarado. O apostador defende seu direito de receber seu prêmio. Consiste no seguinte:


Segundo os apostadores, isso foi comprovado quando documentos comprovaram que Churchill havia dado a ordem para que um incidente entre OVNIs e um bombardeio durante a 2ª Guerra Mundial fosse omitido a qualquer custo. Um dos motivos para que o chefe de estado ter dado a ordem da omissão, segundo o documento, é hoje para muitos ateus militantes a grande solução para diversos conflitos mundiais:

Churchill acreditava que a comprovação de existência alienígena colocaria a população em pânico. Isso devido ao colapso das religiões que descobririam a resposta alienígena sobre a (in)existência de Deus. Recentemente, um apresentador de TV – José Luís Datena - relacionou a má atitude de certos marginais ao ateísmo; “eles não tem Deus no coração”. Creio que Winston acreditava nessa declaração (pessoalmente, penso ser absurda).

Após a exposição do motivo militar para omissão da real existência "alien", fiquei imaginando a fragilidade da fé. A qualquer instante, fatores poderão surgir, e mudar a forma que a população mundial vê a vida.

Comprovada a existência alienígena, estaria comprovada a não existência de Deus? Cabe a eles, os eminentes Ets, nos provarem a verdade espiritual(ou que essa nunca existiu, apesar de toda a vivência).

Ou seja: Deus não tem lugar em um mundo onde alienígenas comprovadamente existem?

Se quiser dar uma olhada, o Governo disponibilizou os arquivos ao públicos.