30 de dezembro de 2010

Um violino, um homem, um quarteto e uma reflexão


Quando garoto, era tido como rebelde. O rock era tido como algo demoniaco por muitos, uma invensão de Satanás para enfeitiçar jovens. Quanto mais divulgavam isso, mas os jovens aderiam ao ritmo.

As gravadoras não demoraram a perceber o lucro que isso trazia, e muitas delas investiram nessas opções de bandas, quando muitas assumiam o "demônio" contido, outras bandas como Slayer, Venom, Sepultura, faziam apologia ao satanismo.

Eu gostava de Queen, com sua ópera rock Bohemian Rhapsody. Meu primeiro versículo decorado estava em inglês e era a introdução da música "The Number of the Beast" do Iron Maiden.

Deprimia-me (e como um jovem típico, amava isso) ouvindo "Fade to Black" do Metallica.

Hoje, quase três décadas depois, vejo como as coisas não eram tão ruins, e nem eu era tão rebelde assim.

Minha diversão agora seria criticar essa atual juventude, tão parecida em meus erros, só para elas descobrirem, com o tempo, que nem eram tão ruins assim.

Não existe nada de novo debaixo do sol.

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