11 de agosto de 2011

Nome igual, aparência idêntica, mesma prisão...

Em 1903, William West foi preso e levado para a prisão, em Leavenworth, Kansas. Fizeram sua ficha e tiraram essa foto:



O responsável pelo registro achou seu rosto familiar e perguntou se ele já havia passado por alí antes. William respondeu que não. Inconformado, o policial foi até os arquivos e encontrou a foto que procurava. O nome confirmava: William West.

Quando a foto foi apresentada a William, ele demonstrou surpresa e disse: “sou eu mesmo, mas não sei como você conseguiu isso, porque nunca estive aqui antes”.

Por incrível que pareça, estava dizendo a verdade.



Havia mesmo outro prisioneiro, com as mesmas medidas e um rosto quase idêntico ao seu, cumprindo pena naquela mesma prisão desde 1901. E como se isso não bastasse, ele também se chamava William West (as roupas são as mesmas porque era o uniforme da prisão).

O caso ficou famoso porque derrubou de vez a antropometria (sistema criado pelo francês Bertillon baseado em medidas corporais) que era utilizada até então e iniciou a era das impressões digitais como um método mais confiável de identificação.

Abaixo, as moçoilas que apareciam nas fotos da época, para incentivar o pessoal a ir sujar as pontinhas dos dedos.



Ainda bem que o novo sistema emplacou, porque você sabe: tem um outro(a) bem igual a você andando por aí. E vai saber o que ele(a) é capaz de fazer.

Visto no Update or Die