30 de abril de 2012

A glamourosa "vida" dos artistas pornôs.


Não é de agora que a sexualidade extremada é exaltada como forma de satisfação plena da vida. Atualmente, o funk é a bola da vez, com suas letras exaltando a sexualidade de forma mais esdrúxula, mas de décadas em décadas, essa maneira de lidar com a intimidade dos corpos surge.

Na América dos idos de 1950, Elvis barbarizava na recém inaugurada TV, simulando estocadas sexuais em sua dança, enquanto cantava o sensual rock'n'roll. Hoje vemos esses documentários em preto e branco como inocentes, perto do que se mostra vez ou outra em danças que mais parecem rituais de acasalamento.

As chacretes, as dançarinas dos programas de auditório, as paniquetes... todo apelo é sexual, algo inerente no ser, um apetite nativo, necessário para a propagação da humanidade, explorado pela mídia na busca de audiência(que se reverterá em ganho por conta da propaganda).

Mas se empanturrar sem reservas nas práticas sexuais é o segredo da felicidade? Assista os quase 10 minutos mostrando os fins básicos dos chamados porno-stars: a  maioria faleceu precocemente por drogas, doenças ou suicídio(enforcamento, overdose, tiro na cabeça). Não precisamos ir muito longe: Leila Lopes, atriz brasileira, que também se embrenhou nessas produções, não faz muito tempo misturou veneno à comida e abandonou a vida.

E aí? Será que uma transa casual e fortuita é a solução para sua solidão?

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