5 de janeiro de 2015

Assista: Pastor afirma que o Evangelho não precisa da políticos


Em minutos, você vai entender porque esse pastor é tão demonizado em alguns sites mais "conservadores".
"Quem protege a igreja é Cristo. Quando Cristo não protege a Igreja é porque quer seu martírio. Então a gente vai para o martírio e pronto".  - Ariovaldo Ramos
Dia desses, em um desses blogs pseudo-fundamentalistas religiosos, que vivem da audiência de gente que só procura conspirações satânicas ocultas em governos secretos, li uma matéria hilária sobre Ariovaldo Ramos e a parte diabólica que esse pastor tem, denominado anti-Cristo lá, por defender certa visão teológica dentro do Evangelho. 


Abro um parentese aqui: não divulgarei sequer o nome desse site, já que a intensão do mesmo não é denunciar coisa alguma em prol do Reino de Cristo, mas apenas polemizar para ganhar mais audiência, e com isso, mais ganho nas propagandas espalhadas em sua página.

O que leva uma pessoa dita "cristã" mentir sistematicamente a ponto de escrever um "post-denuncia" e depois, através de um comentário anônimo - que ele mesmo fez, ameaçar-se? Aquilo despertou a ira de seus leitores que o enxergam-o como uma espécie de messias.(Isso foi no início do ano, antes das eleições e coisas bem piores aconteceriam nas redes sociais em prol da campanha de 2014). 

Claro: os leitores de seus artigos na época foram ao delírio:

"Calma, grande escritor e denunciador" - diziam eles "não abandone sua luta contra o mal, estamos do seu lado e ajudaremos a divulgar seu legado a todas as nações..." bradavam.

Eu? Gargalhei diante do laptop a ponto da minha esposa pensar em voltar a me medicar com o Lexotan ou o Gardenal.

Hoje, ao pinçar esse vídeo abaixo, entendi porque ele, Ariovaldo Ramos, e os que com ele andam, são tão odiados. 

Perceba que os pastores que ao seu lado estão riem desconfortavelmente diante da denúncia que ele tranquilamente faz. Também gostaria de contar que, como tempo é precioso na net, editei o vídeo, removendo a longa pausa entre a pergunta e o Ari ter pego o microfone, já que ninguém queria tomar a palavra.