10 de janeiro de 2015

Kafka e a boneca viajante


Contam que certa vez o escritor Franz Kafka encontrou uma garotinha no parque onde costumava fazer caminhadas diárias. Ele estava chorando: perderá sua boneca e estava desolada.

Kafka ofereceu ajuda para procurar a boneca e combinou que encontraria a garotinha no dia seguinte no mesmo lugar.  Impossibilitado de encontrar a boneca, ele escreveu uma carta que teria sido enviada pela boneca e leu para a menina quando se encontraram.

"Por favor, não chore por mim. estou saindo em uma viagem para conhecer o mundo. Eu escreverei sempre contando minhas aventuras.". 

Este foi o começo de muitas cartas. Quando eles, Kafka e a garotinha, se encontravam ele lia os relatos das aventuras da boneca, compostas por ele mesmo cuidadosamente, e isso se sentia feliz e confortada.

Quando os encontros estavam para ser encerrados, o escritor presenteou a menina com uma boneca. Ela obviamente viu que a boneca era diferente daquela que ela perdeu. Pres]a ao vestido uma carta explicava: "minhas viagens me transformaram..."

Muitos anos depois, agora crescida, ela encontrou outra carta dentro da surrada boneca que Kafka havia reposto. Em resumo, ela dizia isso:
"Tudo o que você ama, eventualmente perderá. mas no fim, o amor retornará de formas diferentes"
Essa é uma das versões sobre essa história sobre Kafka.

Franz Kafka (Praga, 3 de julho de 1883 — Klosterneuburg, 3 de junho de 1924) foi um escritor tcheco, autor de romances e contos, considerado pelos críticos como um dos escritores mais influentes do século XX. A maior parte de sua obra, como A Metamorfose, O Processo e O Castelo, está repleta de temas e arquétipos de alienação e brutalidade física e psicológica, conflito entre pais e filhos, personagens com missões aterrorizantes, labirintos burocráticos e transformações místicas.

The Pervasiveness of Loss, May Benatar

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