8 de dezembro de 2014

Demônios: 10 boas dicas para um melhor entendimento

erros sobre demonios
Dia desses, um amigo me procurou. Estava assustado com uma história sobre demônios e diabos. Tinha nas mãos um CD de uma banda estrangeira que fazia apologia a Satanismo. Isso não é novo. Quando adolescente, tinha alguns disco de vinil com bandas como Slayer, Venom, Celtic Frost, Sepultura, entre outros. Citei o vinil para se ter ideia do quanto isso é coisa velha. 

Os jovens músicos daquele trio estrangeiro no estilo “power -black-death-zac-tumb-crash-poin-metal”,usava a típica distorção no estilo serra-elétrica-cortando-piso, com a britadeira como bateria. Vociferavam entre gritos e rugidos coisas incompreensíveis até para aqueles que falam perfeitamente o idioma. Não fosse a letra do encarte, não saberíamos o que ele dizia. Eles acreditam que essa vocalização suína possa ser uma interpretação demoníaca de voz de uma dessas criaturas.

Cantavam coisas bobas, atacando a fé cristã, e citavam algo sobre morte, sacrifícios, palavrões. Vestidos de preto, feições mal humoradas com máscaras feitas de maquiagens para assustar crianças num filme de terror. Faziam olhares e mostravam os dentes perfeitos, julgando ser isso a representação do "mal". A meu ver, a busca do tema é por conta de ser um nicho lucrativo do mercado fonográfico. Por isso o grande interesse de tantas bandas.

Se Cristo e o Cristianismo são uma fantasia a ser atacada, tudo que vai neles também é lenda, incluindo os mesmos demônios (que eles defendem) e tudo mais que a tal “ mitologia “ descreve. 

Fiz a lista abaixo que poderia ser bem maior, mas servirá como manual já utilizado na antiguidade, por gente que parece ter tido muito mais juízo que nossos contemporâneos bem mais letrados e informados.
10 - A real aparência não é a que você imaginou
Concepção da aparência do diabo
Vermelhos, sedutores, fortes, valentes, poderosos e livres para destruir o que quiserem: essa é a concepção.
Anjos caídos. Muitos.

Um terço da população celeste cai em solo terráqueo em alguma dimensão e tempo. O principal deles é descrito pela visão de Zacarias (3,2) como um “tição retirado do fogo”. Nada mais natural, já que na visão de outros profetas como Elias e Eliseu, o exército de criaturas celestes é descrito como seres feitos de fogo. Um anjo retirado e desprovido de fogo não passa de um carvão que se apaga.

O antropomorfismo (dar aparência humana a coisas como vento, tempestades, calor, etc.) é comum. Precisamos disso para facilitar a compreensão, mas nos dá a falsa visão do que são esses seres realmente. Imagem e semelhança de Deus só os humanos.

Muitos dos atuais ilustradores e cineastas, utilizando-se do imaginário popular da idade média, ainda propõem seres avermelhados, chifrudos, grandes e musculosos, atribuindo aparência atlética e máscula ao que nunca foi humano. O tridente de Posseidon e o Hades grego também fazem parte das culturas inclusas na crença popular.

Não é difícil que alguém possa testemunhar a visão de um demônio nesses termos descritos acima, e a possibilidade dessa materialização é comentada por Paulo de Tarso, quando cita a capacidade “mutante” de natureza angelical (como a da personagem da Marvel, Mística), existir, e que esses seres podem se apresentar inclusive como anjos iluminados.

Mas se quer realmente tentar visualizar a forma de um demônio, me explique Legião: uma centena de entidades vivendo e se alimentando de um único morador de Gadaria, e que em seu exorcismo invadem uma manada de porcos que cometem suicídio assim que isso acontece

09 - Não há nada de saudável no contato com demônios

Doenças - presenças demoniacasDesde a antiguidade, muitos povos e culturas são unanimes: os “gênios” do mal são nocivos à existência. Um anjo de Deus é capaz de disseminar pragas sobre populações inteiras. Relatos bíblicos contam que um só ser celeste dizimam milhares de um exército em fração de segundos.

Dois destes seres tinham a missão de destruir, sozinhos, Sodoma e Gomorra. No momento da destruição, a “arma” usada para aniquilação das cidades era tão potente que a simples visão de sua ação aniquilava, como ocorrido com a mulher de Ló.

Demônios agem nas brechas permitidas. Um exemplo é o simples ato de não lavar as mãos antes das refeições: Não lavar as mãos não significa que você vá morrer contaminado imediatamente, mas a possibilidade de se contrair doenças passa existir por causa da negligência.

A hierarquia angelical possui 9 camadas, e os demônios estão abaixo desta, fora delas. Sua missão básica é amplificar misérias em um mundo que inicialmente, era seu refugio pós-queda. Eis o propósito da existência atual dessas hostes, e porque se mobilizam como grupo.

Logicamente, é prodigioso que o diabo saiba se ocultar e aparecer apenas onde o pecado é mais desejado (normalmente a distorção de algo bom, como a Luxuria), segredo de qualquer boa propaganda. Se os espaços nas quais ele tem direito de atuar fossem cumpridos imediatamente após ocorrerem, certamente todos se converteriam automaticamente a Deus, não por acharem atraente o amor do Criador, mas pela constatação de que o inferno é real, tornando o diabo um grande evangelizador.

Rio-me sempre quando me deparo com pseudo-satanistas se vangloriando de saber nomes de príncipes diabólicos. Belzebu, um desses nomes, é citado na bíblia pelos fariseus, quando dizem que Jesus fazia seus milagres não pelo poder do Espírito, mas pela força deste “príncipe”. O contexto da declaração está no significado do nome desse demônio, que significa “Senhor das moscas da bosta” . A acusação farisaica não visava dizer que a força de Cristo vinha do inferno, mas sim, da merda. Era apenas uma ofensa.

Essa visão romântica sobre seres trevosos são, no mínimo, cômicas (embora, em Gênesis, esses seres recém-caídos mantivessem relações sexuais com humanas, resultando em criaturas extremamente grandes ) já que é como imaginar que um fruta possa ter um romance com um herbívoro.

Se um servo de diabos seguisse o padrão de seus “guias”, deveria ter os atributos do inferno: Toda ausência de vida, abdicar da saúde e bem estar, levar em si os cheiros agradáveis aos capetas – que repugna todo humano. Ter em si tudo que resulta em putrefação. Um mundo sem calor, já que o frio é a ausência da chama, símbolo de purificação.

Ainda sobre Legião, o efeito na vida do gadareno é devastador: ele andava nu, se cortando e se alimentando de defuntos.

08 - O chefe deles não é quem você pensa.

Lucifer sem casaUma das minhas grandes frustrações com o Ocultismo foi perceber que as entidades nas quais eu me relacionava, por mais poderosas que alegassem ser, se submetiam as ordens de qualquer idosa de coque que mandassem sobre ele, qualquer garoto que falasse em “crentenês” e tivesse em si a fé suficiente para ordenar que “meus” poderes cessassem.

Jó passou pelas mãos do diabo até onde Deus permitiu que passasse, e no deserto onde Jesus foi tentado por Satanás, quem o leva para isso é o próprio Espírito. O diabo age dentro da permissão que Deus dá.

Satanás cumpre seu papel com maestria: tentou derrubar até Deus. Sua ousadia foi com Cristo, quando tentou iludi-lo com suas propostas. Como não tentaria incluir você na ilusão de que ele realmente é livre para agir?

Em alguns apócrifos, o Salmo 24 é citado, quando Jesus desce aos infernos e tira da morte e do diabo a chave dos reinos sem luz. Desde a cruz, até o inferno pertence a Deus.

Cruzes e crucifixos07 - Uma cruz não é um crucifixo.

Patuás, amuletos, velas acesas, imagens de gesso, objetos consagrados para afastar maus espíritos...

Essa necessidade de termos em nosso poder algum escudo mágico que nos proteja dos malefícios que a vida traz é algo sonhado por todos. Escudos não precisam ser respeitados, e podemos abandoná-los quando nos parece um estorvo. Eles ficam lá, como uma chave ou um abridor de latas.

A mágica de ser um protegido involuntário não é ter uma cruz pendurada no pescoço, mas entender o sentido da cruz, e a partir dela, começarmos a caminhada. Nessa compreensão estão todos os patuás e amuletos contra espíritos maus que você precisa.

06 - O pior possesso é o que recorre, em nome de Deus, a recursos do inferno.

O ego humano sempre será um problema. Foi a armadilha satânica usada contra Adão e Eva: “Serás como Deus” era a proposta. “Deus mentiu, Você não morrerá” disse a serpente.
Inquisição - em nome de Deus para o diabo
O preço do risco a pagar para ser como Deus pareceu razoável ao primeiro casal criado, botar em dúvida a palavra de um Deus que não mente. Eles tentariam ser melhores do que aquele que já era totalmente bom.

Uma curiosidade citada em Apocalipse é que a população ali não tinha o diabo para tenta-la, já que o mesmo se encontrava preso, e após ser solto por um anjo – como se alguém puxasse um pássaro de uma gaiola – ele organiza em pouquíssimo tempo um exército de seguidores. Não havia necessidade de um demônio para fazer com que o homem fosse mal. Ele já estava ali, esperando que os liderasse.

Desde que conseguimos distinguir o bem e o mal em tudo, de forma absoluta ou relativa, podemos escolher uma das partes sem a interferência de seres infernais, e muitos preferem o mal por opção.

É sempre bom lembrar que eu e você sempre pertenceremos ao inferno da outra religião. Aqueles, que não aprovam sua fé (seja lá qual for a sua, que me lê agora) olhará com falsa compaixão e piedade, e intimamente imaginarão você se afogando em algum castigo eterno por se recusar a beber das crenças deles.

Alguém que se alegra com a dor alheia não lembra um demônio?

05 - O diabo não é um deus opositor.

ManiqueismoManiqueísmo vem do nome do Mane (ou Mani, Manique), que viveu no século III. Suas ideias sincretizavam elementos do Zoroastrismo, Hinduísmo, Budismo, Judaísmo e Cristianismo. Desse modo, Mani considerava Zoroastro, Buda e Jesus como "pais da Justiça", e pretendia, através de uma revelação divina, purificar e superar as mensagens individuais de cada um deles, anunciando uma verdade completa.

Imaginar o mundo dessa forma, é dar ao diabo o status que ele não tem. Ou seja: ele seria um deus do mal, alcançando assim no imaginário humano o que sempre desejou: Ser adorado como um deus alternativo, colocando seu trono acima do Altíssimo (mesma tentação oferecida a Adão e Eva).

Não sobram espaços no Universo quando se tem um ser Onipresente, Onipotente e Onisciente. O que resta são apenas criaturas.

Mesmo assim, homens como Santo Agostinho defendiam a ideia.

04 - A profundidade em que se está mergulhado no inferno se mede pela distância de Deus em que se encontra.

Vale de Hinom“Desafiando de vez a noção, na qual se crê que o inferno é aqui...” cantava Lulu Santos.

O inferno se apresenta na bíblia de quatro maneiras. E foram todas traduzidas da mesma forma: Sheol, Geena, Tártaro e Hades.

O defensores aniquilacionistas ( aqueles que não concordam com a mortalidade da alma) defendem que Sheol (Hebraico) e Hades (Grego) são referências diretas a sepultura, onde os restos mortais são enterrados.

Tártaro é citado uma única vez em uma carta de Pedro como lugar de destruição definitiva para os anjos caídos (o lago de fogo). Estranhamente, os aniquilacionistas se perdem nessa explicação, já que afirmam que o Tártaro seja apenas para esse tipo de ser, que supostamente teria uma existência imortal só capaz de ser retirada nesse lago. Uma contradição para que defende a não existência de imortalidade além do Divino.

Já o Geena é uma referência direta a um aterro, um lixão existente fora das dependências da cidade de Jerusalém na época. O Vale de Hinom era para onde mandavam os detritos vindos da população, para serem queimados, diminuindo o perigo de contaminação. O que ardia de dia e noite era o fogo que destruía o lixo., já que era algo perpetuo na rotina da cidade, que não cessava de mandar seu lixo, combustível para o vale, que queimava de noite e de dia.

Ser lançado no lixo para ser incinerado sendo imagem e semelhança de Deus é realmente algo triste de se pensar.

Segundo o prisma cristão, somos seres com uma aparência mais respeitada no universo, mas procuramos a semelhança caída dos que já estão condenados, o que deve deixar criaturas de outras raças escandalizados com nossa absurda história.

Estar próximo ao inferno é se aproximar da putrefação existencial.

03 - Toda revelação diabólica carrega em si alguma mentira.

mentiras incluidas

Nunca espere verdades absolutas destes seres. Sempre haverá pitadas de mentira em tudo que o inferno prepara para a sua mesa. Entenda que você, humano, é refeição no fim de tudo.
Voltando à “Queda”, nos desígnios da saída do paraíso: o homem em sua morte volta ao pó, e a serpente se alimentará desse mesmo pó da terra. Uma coisa gera outra. Você enfraquece o inferno pela fome quando insiste em se salvar, e o fortalece enchendo seu sistema digestivo quando concorda com as propostas diabólicas.

Saulo de Tarso afirma que nossa luta não deveria acontecer entre os de carne e sangue, mas deveríamos nos atentar ao que nos manipulam, fora da nossa percepção sensorial. O que age montando armadilhas com iscas más.

A argumentação que usamos para justificar nossos maus atos não nos mantém longe dos malefícios ocasionados por elas. Um discurso empolgante necessariamente pode estar impregnado de mentiras. Outros, apenas de alguma pequena ressalva, comprometendo todo o contexto, mas aceitamos, por julgar ser quase bom.

É bom lembrar que, por maior que seja a fome, se soubermos que parte do alimento está envenenado devemos procurar outra comida.

02 - O diabo cristão, judeu e o que se vê por aí.

Entendimentos sobre demonios
O diabo cristão, na imensa maioria dos entendimentos, é maniqueísta: ele anda ao derredor destruindo vítimas sem ter o que o controle. Um deus do mal, antítese do deus do bem, militando eternamente para vencer a luz. Os cristãos, as pessoas boas, militam contra esse deus mal, para que o deus bom possa vencer e ganhar mais postos de controle nessa guerra.

O diabo judeu é uma ferramenta. Ele tem permissão do Criador para atuar conforme os propósitos divinos. Ele mata, rouba e destrói, cumprindo seus propósitos como um soldado mandado a fazer sua tarefa assassina em outro país.

Em outras religiões, podemos encontrar seres malignos interagindo com humanos, onde normalmente esses servem a tais seres, embora não os classifiquem como demônios na maioria das vezes.

Desde as mais antigas mitologias até as mais recentes religiões, eles estão presentes e são sempre contados, de uma forma ou outra, embora não convenha dar ouvidos ao discurso de inocência daquele que só planeja crimes.
Steve Vai - Crossoroads
Filme Crossroads fala sobre pactos

01 - Não se pode vender a alma ao diabo.

Não são incomuns histórias e contos onde a pessoa vende a alma ao diabo em troca de favores. Mas de onde teria surgido isso?

Em uma das tres tentações propostas por satanás a Jesus no deserto, é o oferecimento de todo o reino dele - o diabo – a Jesus, bastando apenas que Jesus prestasse culto a ele, adorando-o como Deus.

O episódio é conhecido como as três tentações, e mesmo sendo Cristo, Deus, ele se sentiu tentado a ceder àquilo. Ele veio conquistar os mundos pela morte de cruz, e contornar esse sofrimento (que aconteceria em prol de gente que não presta, a saber, eu e você) era algo realmente que valia a pena pensar. Mas o preço era negar a própria natureza, ofendendo àquele que traçou o plano, declarando através dos atos, que a proposta do inimigo das almas era melhor.

Não se vende a alma ao diabo quando se assume que os atalhos errados são melhores do que os moralmente corretos. Você não pode vender o que não é seu, e nem ele, o capeta, tem como pagar ao dono dela com o bem que for. A proposta foi feita ao pai das almas e, portanto, Ele - e só Ele – poderia ter feito isso.

Extra: Os 3 modos de operação demoníaca.

Tentação no desertoSabemos que a finalidade dos atos demoníacos são matar, roubar e destruir. Matar e destruir vidas, relacionamentos, amizades. Roubar paz, o respeito, a lealdade, a fidelidade. Isso são coisas do inferno.

Também já estamos cientes do uso constante da mentira como ferramenta de trabalho para a colheita dos celeiros do Tártaro.

Mas desde que o mundo é mundo, apenas três modos de operação são usados para fazer cair. Os mesmos foram usados no deserto contra o próprio Cristo:

a) Pão: A necessidade básica.

A fome fará com que muitos entreguem os pontos. Não apenas a necessidade de alimento, mas de preenchimento do vazio que a alma pede através do corpo, podendo-se citar: Sexualidade, afetividade, a cuidado familiar, saúde, carinho. Fazer com que as pedras virem pães não prova quem você é. Fazer a coisa acontecer na sua vida em um momento que elas não devem acontecer as vezes só mostrará o quão caído somos.

b) Pular do pináculo: Provar quem sou. 

Aquele gostinho de dizer às pessoas em volta “você sabe com quem está falando?”
Numa empresa, é mais importante que seu contratante saiba quem você é e o coloque na posição de destaque na qual ele achou que merecia e que para isso te chamou. Se não há interesse em ir trabalhar em outra empresa, não interessa a outro qual sua função, nem você provar ao concorrente o quão você é bom.

A necessidade egocêntrica de ser reconhecido, ser desejado, de brilhar e ser adorado, é uma tentação cada vez mais comum nas redes sociais: quantas curtidas um decote pode receber? E aquela pose sensual? O que eu tenho que fazer para alcançar reconhecimento? Se eu pular daqui, conseguirei provar a todos quão grande eu sou – pensa o tentado, diante da proposta.

Os fariseus espancaram Cristo para que ele confessasse quem Ele era e, mesmo assim, o carpinteiro de Nazareth não o fez.

Ele estava satisfeito com o reconhecimento que já tinha alcançado em seu batismo. Não precisava de mais projeção alguma.

c) Se me adorares, te darei tudo: O Poder. 

Os atalhos do Sucesso, que chegaria de qualquer forma para alguns, mas dentro da moralidade satânica, que a tudo corrompe.

Não falo aqui apenas das empresas que por aí prosperam enquanto transformam o mundo numa imensa lata de lixo não reciclável. Isso também gera morte e destruição, e, portanto, é do interesse do inferno.

O Interesse maior é naqueles que resgatam as vidas que não poderão ser consumidas, aqueles na qual a marca do sangue comprometeu o pó da terra, tornando-o impróprio para consumo demoníaco.

Não precisa ir muito longe: conheça os bastidores das religiões pelo mundo e entenderá do que falo.

Igrejas, além da capacidade de mudar legitimamente a vida de homens e mulheres, possuem uma facilidade de captação de recursos financeiros - em alguns países - que acabam por atrair empresários de diversos setores, e quando se fala em grana, Mamom, único deus reconhecido por Jesus como concorrente a Deus, começam a surgir meios que justificam tudo de imoral e antiético. Ai daquele que ir contra as determinações financeiras.

Todo o poder e riqueza são capazes de justificar atalhos fraudulentos, por mais óbvios que sejam seu erro.

Se você não cai em nenhum desses três tipos de tentação, que acontecem sistematicamente, não necessariamente nessa ordem, então você é realmente excelente.

Agora, se você se acha excelente, seu ego narcisista já mostra o quão é soberbo é, e quer se mostrar aos outros em sua potência. Sendo assim, já caiu...