11 de dezembro de 2014

Planeta X: Nibiru causará apagão mundial em 21 de dezembro de 2014


rota do planeta x - Nibiru

Aumenta cade vez mais na Internet os alertas e documentários sobre o retorno do Planeta X, Nibiru, já para o próximo dia 21. A informação estaria sendo abafado pela Nasa para evitar pânico na população.

Alguns já defendem que não haverá colisão cataclísmica, mas uma passagem de uma dimensão para outra. Outros aguardam o retorno de Cristo associado com a aproximação de Nibiru dos Nefilins, e dizem que isso é uma das trombetas apocaliptísticas.

O planeta X já estaria sendo captado por câmeras na Terra, como sinais de um segundo sol.

Segundo os registros sumerianos traduzidos pelo doutor Sitchim, a última vez que o Planeta X passou por nosso sistema, além do impacto que deixou uma mancha em Júpiter e a extinção da vida em Marte, os Elohins, lideres dos anunnaki, raça extremamente evoluída, teriam alterado uma sub-raça nativa, aperfeiçoando segundo sua imagem e semelhança, com a função de colonizar o planeta e se reproduzir, mas com a falha e queda do primeiro casal, houve o banimento, sendo deixados para trás quando Nibiru retomou a rota para fora do sistema solar.

escritas sumerianasHavia a promessa dada pelos moradores do Planeta X que um dia eles "voltariam para os seus".

Estes possuíam uma forma diferente de tempo, já que viviam conforme as rotações de seu planeta, muito maior, e por isso pareciam eternos aos olhos da criatura inferior criada.

Curiosamente, a mesma promessa de volta é dada por Cristo quando fala do futuro e seu retorno no discurso conhecido como "O ínicio das dores":

"Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra, as nações se verão em angústia e perplexidade com o bramido e a agitação do mar. Os homens desmaiarão de terror, apreensivos com o que estará sobrevindo ao mundo; e os poderes celestes serão abalados.Então se verá o Filho do homem vindo numa nuvem com poder e grande glória."  Lucas 21:25-27
"Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem." Matheus 24:27
O fim do mundo será o evento dos eventos e é natural que sempre esperemos que ele aconteça. De qualquer forma, o nosso fim do mundo pessoal acontecerá em menos de um século para imensa maioria da população atual.

Mesmoa ssim,  cresce o número de informações que coincidem com o o Sitchin traduziu.

Zecharia Sitchin - sobre NibiruZecharia Sitchin (1920-2010) era arqueólogo, tradutor e autor de livros que tem como pauta pesquisas sobre os Sumerianos, nação existente há mais de 20,000 anos e de onde traduziu centenas de registros cuneiformes documentados por essa cultura, além de vasta pesquisa onde ele traça paralelos sobre as diversas culturas da antiguidade e as coincidencias dentro dos seus deuses mitológicos em relação ao relato dos habitantes de Nibiru..

Defendia uma versão da teoria dos astronautas antigos para a origem da humanidade. Ele afirma que a mitologia suméria é a evidência disto, embora suas especulações sejam descartadas por alguns historiadores ortodoxos, que discordam de sua tradução dos textos antigos e de sua interpretação dos mesmos.

Quando Sitchin escreveu seus livros, apenas os especialistas podiam ler a linguagem suméria, mas agora qualquer um pode conferir suas traduções através de um livro de 2006, o Sumerian Lexicon.

A perspectiva da "colisão planetária" por Sitchin tem ligeira semelhança com uma teoria levada a sério por astrônomos modernos - a teoria do impacto gigante sobre a formação da Lua há cerca de 4,5 bilhões de anos por um corpo chocando-se com a recém-formada Terra. Contudo, a proposta de Sitchin de uma série de colisões planetárias desgarradas difere em detalhes e sincronia. Como na tese anterior de Immanuel Velikovsky em Worlds in Collision, Sitchin afirma ter achado evidências de antigos conhecimentos humanos sobre movimentos celestes desgarrados em diversos relatos míticos.

O negócio é acompanhar os próximos dias para descobrir se será a nossa geração a privilegiada em assistir o evento dos eventos.