21 de janeiro de 2016

Taxistas japoneses relatam: fantasmas estão passando por passageiros


Taxistas que trabalham no nordeste japonês, área devastada em março de 2011 por um terremoto seguido de tsunami, relatam o surgimento de “passageiros fantasmas”.

Pelo menos sete motoristas da cidade de Ishinomaki, onde morreram aproximadamente 6,000 pessoas afogadas no Tsunami, testemunham o encontro com estes seres.

Yuka Kudo
Os homens fazem parte de um grupo de 100 motoristas entrevistados por Yuka Kudo, estudante de sociologia da Universidade Tohoku Gakuin, como parte de sua tese de graduação.

Um dos entrevistados relatou que uma mulher embarcou em seu taxi próxima a estação de Ishiomaki, poucos meses após o desastre. Ele pediu para que ele se encaminhasse para o distrito de Minamihama, no que o motorista respondeu que não havia sobrado nada daquela região após a catástrofe. Enquanto o taxista contava detalhes sobre a tragédia, a mulher perguntou: “como eu morri? ”. Quando ele olhou para trás, o veículo estava vazio.

Outro motorista, que trabalha em outro ponto da cidade contou que um homem de 20 anos, sozinho em uma rua deserta deu sinal e subiu no táxi, para ele se deparar sozinho assim que a porta se fechou.
A pesquisa de Kudo mostrou que os homens estavam convencidos que tinham presenciado um genuíno encontro fantasmagórico. Alguns deles registraram as experiências em seus boletins de trabalho e são unanimes: as aparições sempre vem como pessoas jovens.

“Jovens sentem forte frustração (com suas mortes) por não conseguirem encontrar as pessoas que amaram em vida”, afirma a pesquisadora. ”. Eles querem compartilhar de suas amarguras, e escolhem os taxistas que conseguem enxerga-los, já que os mesmos devem gozar de faculdades mediúnicas para isso”.


Nenhum dos motoristas relatou medo em suas experiências com os passageiros fantasmas, mas mostram certo arrependimento por não terem mostrado mais carinho com os mesmos no momento das aparições.


O terremoto – que alcançou escala 9 de magnitude, seguido de tsunami – tem registrado oficialmente como causa desse desastre o óbito de 15,893 pessoas. O terremoto durou 6 minutos, gerando ondas que chegaram a 40 metros de altura, invadindo quase 10 quilômetros terra adentro. Estimasse que 2,572 pessoas permanecem na lista de desaparecidos.

Taxistas não são os únicos a informar sobre as aparições na nas imediações costeiras de Tohoku. Existem inúmeros relatos sobre “figuras espectrais” vistas em distritos residenciais, além de espíritos fazendo fila diante de prédios destruídos, em lojas que não existem mais.

“Exorcistas” –que procuram ajudar na situação – informam que algumas pessoas afirmam que viram fantasmas sem cabeça, corpos sem pernas e braços. Outros ainda acreditam que esses espíritos assumiram seus corpos (como é comum nas incorporações espíritas).


10 de janeiro de 2016

Morte: aquele papo desagradável que teremos que ter



Dia desses, meu filho reclamava desse papo deprimente que ainda dominava as pautas em nossas últimas conversas familiares. Essa geração não gosta de gastar sua parca concentração em assuntos tão delicados e desagradáveis. Era inevitável, devido o ocorrido pouco antes do natal.

Era dia 22 de dezembro de 2015 quando a noticia chegou, de forma totalmente contemporânea: meu cunhado mudou a foto de perfil, informando-nos que estava de luto, mas sem avisar sobre a quem ele se referia, mas as um link acompanhou a postagem.

Não demorou para descobrirmos que sua mãe, avô e sobrinha faleceram na rodovia Rio-Santos em um acidente de carro a caminho de Bertioga. Todos moravam em São Paulo, em um prédio construído pelo então falecido avô, de noventa anos. A mãe, de sessenta, estava no volante na hora do impacto, e levava ele e a neta de sete anos. Iam para os preparativos da ceia de natal, a ser celebrada no litoral.

As filhas de meu cunhado já aguardavam a chegada na casa da praia, para se juntar à piscina da casa no dia que ainda estava quente, embora chuvoso.

Mas tudo acabou em um triplo velório aqui na cidade, obrigando a uma reunião familiar por um motivo indesejado, em volta dos corpos que não pediram para estar ali.

O pai da menina, vestida de princesa da Disney, pajeava mudo o caixão aberto, com o olhar perdido de quem não sabe o que responder diante de tamanha tristeza ou do cumprimento dos que enfileiravam para dar os pêsames.

A mãe, uma babalorixá com mais de 200 filhos-de-santo era pranteada pelos mesmos, que vieram em peso ao seu velório com as camisetas usadas no centro de umbanda. Espero que você, leitor evangélico, nesse ponto não seja cruel e comece a divagar sobre ser salvo ou não. Já vi crentes fazerem isso a beira do caixão e você não vai acreditar: só serve para quem ainda está vivo querer distância dos portadores desse papo "piedoso" de "Jesus te ama: aceite ou vá para o inferno". Não estou dizendo que seja certo ou errado, mas a quem traz consolo? Pense que poderia ser seu filho e que um defensor de outra linha teológica comece a defender que o destino deste jamais seria o descanso em Cristo.

Não era incomum vermos homossexuais com as camisetas brancas com o símbolo de sua religião, além do típico chapéu. Vi varias moças e suas namoradas, aos prantos: "E agora? onde seremos aceitas" dizia uma moça de cabelo curto e calças largas. Ali, naquela religião, elas são tratadas com uma naturalidade incomum em outras crenças cristãs. A morte da mãe de santo era tida como a perda de uma mãe carnal por alguns.

O avô tinha a sua volta os parentes mais velhos e empregados, e também não entendiam aquela partida repentina.

A mãe da menina, separada do pai, entrou em choque. Não tinha a mãe para lamentar a morte da filha, e não tinha a filha para lamentar a morte da mãe. Não tinha lágrimas e nem respondia às tentativas das pessoas em falar-lhe palavras inúteis de consolo.

Meu cunhado falava coisas desconectas, sobre como a situação podia ser diferente "se": SE ela não tivesse feito essa viagem, SE tivesse ido mais tarde ou mais cedo, SE o carro não tivesse derrapado ou tivesse aguardado a chuva ter passado.

 E Deus, claro, foi colocado na roda dos questionamentos. Nesses momentos, de uma forma ou outra, Ele sempre é lembrado.

Todos deixaremos de existir, mas sempre cremos ter um tempinho a mais. Acreditamos que deixaremos tudo arrumado, certo e completo. Haverá tempo para terminar o próximo post, de agendar nossa próxima viagem, de um ultimo beijo, de confessar e pedir perdão, temos certeza que o corpo estará lá, sempre respondendo ao que for solicitado.

Mas essa rotina de existir um dia termina. Cem por cento dos casos. Olhe a sua volta: todos mortos em breve. Eu sei: parece que ainda temos muito tempo, mas pergunte a qualquer um que esteja a beira do fim e ele lhe dirá: passou rápido demais.

"Não podia esperar mais um pouco?" - dizia o filho à mãe, a beira do caixão - "só mais esse natal...".

Não, cunhado: dia 23 acontecia o enterro e dois dias depois, você arrumou uma dor de dente, passando a meia-noite do dia 25 de dezembro sozinho, isolado em um pronto-socorro, esperando atendimento. Foi isso que você disse e é isso que a gente ouviu e não questionou.

Não. Não há muitas lições para tirar disso, mas dezenas podem ser aprendidas. Não vá falar do propósito sobrenatural nessa tragédia, não queira consolar explanando sobre os caminhos e os propósitos do Senhor. Não faça isso, ok?

A lição que nunca aceitamos das inevitáveis e - na maioria das vezes - inesperadas mortes, é que um dia será você ali. Ou sua esposa, mãe, pai, filho. O fim dos ciclos vem e não respeita data comemorativa, dias santos, dinheiro arrecadado, amores a serem conquistados, perdões a serem pedidos, sonhos a serem realizados.

E Deus?

Ele nunca escondeu nossa mortalidade. Ele avisou, assim que o homem caiu em seu egoísmo: certamente, morrerás. E mesmo com o decreto acontecendo, com ou sem Deus, não cremos.

Nossa dificuldade é aceitar isso: fomos feitos para ser eterno e isso ainda não saiu de nós.  Mesmo os que se matam, buscam um alívio da inexistência, como se houvesse sentido sentir alivio em coisas que já não existem.

Quis registrar isso por sempre ver essas coisas acontecendo no quintal alheio. Sempre vi as tragédias acontecerem longe, com estranhos que choram diante das câmeras da TV para passar no jornal sensacionalista. Hoje entendo um pouco mais a dor daqueles anônimos do jornal. Aconteceu na minha família.

E acontecerá na sua. Não esqueça. Aprenda a deixar a casa em ordem.

Caso você queira ver como foi: Veja aqui

31 de outubro de 2015

E assim, morreram os sodomitas.


Se você chegou até aqui, muito provavelmente deve imaginar que se trata de mais um texto sobre a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo.

Será?

Biblicamente falando, muitas cidades foram destruídas por guerras, calamidades naturais, invasões. Nínive foi avisada pelo profeta que seria destruída, e de Jerusalém, não sobraria pedra sobre pedra.

Mas Sodoma - juntamente com Gomorra - duas das cinco cidades-estado do Vale do Sitim, descrito como local paradisíaco (o que influenciou a escolha do sobrinho de Abraão na hora da separação dos rebanhos. Ló se guiou pelo que viu: seu próspero e verdejante cenário), foi publicamente condenada pelo Deus altíssimo, que enviou pessoalmente representantes para destruí-la.

Os dois "varões" chegam a cidade para o resgate de Ló, o sobrinho, que nada sabia. O generoso anfitrião corre para acolher os visitantes sobre seu teto, com a benevolente preocupação com o bem-estar dos forasteiros, atípica naquele meio social.

A generosidade é constante nos ensinamentos bíblicos: João Batista ordena que aquele que tem duas túnicas, divida com o que nada tem. Que ajudemos viúvas e órfãos (pessoas que na sociedade judaica de época estavam abaixo da linha da miséria e que nada poderiam retribuir). A multiplicação de peixes e pães parte da entrega do lanche de um garoto que tinha peixes e pães em quantidade para si mesmo.

Generosidade é algo não muito em alta nesses momentos. Claro: alguns líderes religiosos usam o termo para engordar suas contas quando apelam em discursos quando querem aumentar sua arrecadação, prometendo - claro - benefícios divinos para aqueles que colaboram em seus "ministérios". 

Não demora para a casa de Ló ser cercada por moradores da cidade, jovens e idosos, de todas as classes e credos, ordenando a entrega dos estrangeiros para que fossem sexualmente abusados. O trecho de Gênesis 19 nos conta:
E chamaram a Ló, e disseram-lhe: Onde estão os homens que a ti vieram nesta noite? Traze-os fora a nós, para que os conheçamos.
Então saiu Ló a eles à porta, e fechou a porta atrás de si,
E disse: Meus irmãos, rogo-vos que não façais mal;
Eis aqui, duas filhas tenho, que ainda não conheceram homens; fora vo-las trarei, e fareis delas como bom for aos vossos olhos; somente nada façais a estes homens, porque por isso vieram à sombra do meu telhado.
Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Como estrangeiro este indivíduo veio aqui habitar, e quereria ser juiz em tudo? Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, sobre Ló, e aproximaram-se para arrombar a porta.
Gênesis 19:5-9
Ló oferece as filhas para satisfazer o desejo explícito de toda aquele grupo, como se fosse prática comum em sua família, sendo ele mesmo tratado preconceituosamente por conta de não ser um participante da "linha de pensamento" local.

O parente de Abraão, que como o tio, tinha em sua formação a generosidade com o forasteiro - oposto daquela sociedade próspera, irritou os moradores: A compaixão com desconhecidos, a acolhida com aqueles que não tem onde pousar era o oposto do que se via em Sodoma:

"O que nos vem é nosso, não dividimos. Usufruímos de absolutamente tudo que queremos, sem nenhum tipo de constrangimento ou vergonha. Que morram, não importa: nos cabe apenas o que nos pode ser oferecido". Eis a filosofia da bela cidade.

Embora Sodoma tenha dado origem a termos que representam a imoralidade sexual, a sodomia é um pecado bem mais grave do que esse, mas como o egoísmo e egocentrismo é prática comum nas atuais sociedades, não se vê o dano além da prática homossexual frisada por alguns religiosos.

O método sodomita parecia funcionar, já que essa filosofia colaborava no desempenho positivo na prosperidade de seus  moradores. O egoísmo gomorrita, acostumado desde criança a não compartilhar suas dádivas, nunca foi razão de prejuízo.

Sociedades como essa não dão chance de regeneração para ninguém, mesmo para pessoas boas como Ló, de linhagem de gente escolhida pelo próprio Deus.

Abraão, momentos antes, propôs a Deus que a região fosse poupada, caso houvessem, pelo menos, dez pessoas que não fossem malignas, condizentes com o perfil perverso dos habitantes dali.

A comunidade não pode ser poupada: era uma sociedade feita de pessoas irremediavelmente perversas. Alguns rabinos defendem que o sexo era usado como forma de subjugar seus visitantes, humilhar maldosamente os que lá chegavam, não havendo relação a fonte ou forma de prazer (tal prática é comum em alguns presídios espalhados pelo planeta).

Podemos encontrar em alguns textos da mitologia egípcia o uso do sexo homossexual entre os deuses de seu panteão como forma de domínio sobre o outro (uma dica de leitura para o assunto pode ser lida em Guerra de deuses e homens - Zecharia Sittin).

O egoísmo, se adotado como estilo de vida de uma sociedade, tende a denegrir moralmente qualquer cultura, apesar dos aparentes benefícios que tal prática pode oferecer. Certamente, a família de Ló, poupada de ser destruída junto com a cidade, foi afetada pelo meio em que estava inserido: a esposa se entrega à tentação de ser destruída junto com seus antigos vizinhos, transformando-se em estatua de sal, um . A incredulidade de seus genros também os mantiveram inertes na fuga, morrendo na certeza racional que o seu querer, mesmo que perverso, os manteria a salvo.

As duas filhas, sobreviventes, e já moralmente pervertidas, decidem embebedá-lo para manter relações sexuais com o próprio pai, para que dessem - na lógica sodomita - descendentes a linhagem de Ló. Os filhos-netos seriam Amom e Moabe, patriarcas de povos que seriam inimigos em muitas guerras de seu próprio povo, os descendentes do tio Abraão, que seriam chamados israelitas.

Novamente o racionalismo sodomita, que cuida apenas do que lhe parece bom a seus próprios interesses, sem limites ou ética, mostrou sua contaminação e capacidade de destruição, nos dando a clara certeza que o ideal é que nem Ló e sua família deveriam ter escapado da destruição da linda cidade.

Dentro disso, podemos entender que a sodomia está além do homossexualismo, mas fala muito mais a respeitos de um grupo de pessoas egoístas, preconceituosas com os que não são do seu meio, e que não tem limites em seus atos (já que suas certezas e sucesso são o "norte" de sua bussola que aponta que estão fazendo tudo certo.

Se você chegou a esse ponto da leitura e se sentiu incomodado com a descrição do que é ser sodomita - possivelmente por ter se enquadrado nela, reveja seus conceitos: não é novidade que Deus não se agrada do soberbo, e derruba a todos.

19 de setembro de 2015

Esqueleto de "Noé" encontrado em porão de museu


Nessas horas seria legal ter aquela tábua mágica do filme "Uma noite no Museu".

Dica do meu amigo Rogério Vieira

Cientistas do Museu Penn (Museu de Arqueologia da Universidade da Filadélfia, nos EUA) redescobriram recentemente um esqueleto humano de 6.500 anos de idade, que ficou perdido em uma caixa no porão por 85 anos.


A caixa de madeira não tinha número de identificação ou cartão de catálogo. No entanto, um esforço recente para digitalizar alguns dos antigos registros do museu apontou novas informações sobre a história da caixa misteriosa e do esqueleto, apelidado de “Noé”.

O esqueleto humano dentro da caixa foi originalmente descoberto entre 1929 e 1930, em Ur, no atual Iraque, por Leonard Woolley e sua equipe de arqueólogos do Museu Penn e do British Museum (Museu Britânico, em Londres).

A escavação de Woolley revelou o famoso “cemitério real” mesopotâmico, com centenas de sepulturas e alguns artefatos culturais. A equipe também encontrou túmulos que precediam o cemitério de Ur por aproximadamente 2.000 anos.


Em uma planície de inundação, cerca de 15 metros abaixo da superfície, os arqueólogos descobriram 48 túmulos que datavam do período de Ubaid, cerca de 5.500 a 4.000 aC.

Embora vestígios deste período sejam extremamente raros, mesmo em 1929, Woolley decidiu recuperar apenas um esqueleto do local, que foi encaixado, enviado para Londres e mais tarde para a Filadélfia.


Várias listas feitas pelos pesquisadores enumeraram os artefatos da escavação de 1929-1930 e para onde eles estavam indo – enquanto metade permaneceu no Iraque, os demais foram divididos entre Londres e Filadélfia. Uma das listas afirmava que o Museu Penn receberia dois esqueletos.

Quando William Hafford, o gerente do projeto responsável pela digitalização dos registros do museu, viu a lista, ficou intrigado. Um daqueles dois esqueletos não podia ser encontrado.

Pesquisas no banco de dados do museu revelaram que ele tinha sido registrado como “não contabilizado” desde 1990.

Para chegar ao fundo desse mistério, Hafford começou a explorar os extensos registros deixados pelo próprio Woolley.


Depois de localizar informações adicionais, incluindo imagens do esqueleto, Hafford foi conversar com Janet Monge, curadora de antropologia física do Museu Penn. Monge se lembrou da misteriosa caixa no porão.



Quando eles abriram a caixa mais tarde naquele dia, a curadora disse que ficou claro que o ser humano no interior era o mesmo listado por Woolley:
“Noé”

O esqueleto provavelmente pertencia a um homem com 50 anos ou mais de idade, e com altura entre 1,73 a 1,78 metros.

Pesquisadores do Museu Penn o apelidaram de “Noé” porque acredita-se que esse homem viveu depois do período que dados arqueológicos sugerem ter havido uma inundação maciça no local original em que foi descoberto, Ur.

Novas técnicas científicas que ainda não estavam disponíveis na época de Woolley podem agora ajudar os cientistas do Museu Penn a determinar muito mais coisas sobre Noé e o período da história em que viveu, incluindo sua dieta, origens ancestrais, traumas, estresse e doenças.

Via Hypescience

10 de julho de 2015

Como vai seu casamento?

 
Sou casado há quase vinte e cinco anos e depois desses anos, não posso dizer que confio nesses métodos mágicos de recuperação de casamentos em um fim de semana de curso (ou que seja em um mês). 

Mesmo assim, achei nessa page do Face, o Ministério de Casais, um texto interessante. 

O problema é: quem nunca? Abaixo sinais de uma relação desgastada (e dependendo do número de itens, falida).

1. O silêncio - Quando não há mais diálogo.

2. O desrespeito. ...

3. Pequenos motivos gerando grandes conflitos.

4. Encontros sexuais espaçados.

5. Problemas da vida a dois tornando-se públicos.

6. Outras pessoas começam a se tornar atraentes, provocando constantes pensamentos de adultério.

7. Tudo no outro irrita.

8. Não há mais prestação de contas.

9. Não compartilham mais sonhos, projetos e ideais.

10. A indiferença.

11. Não há mais oração e nem compromisso com a leitura da Palavra.

12. Acabaram as refeições com todos à mesa.

13. A família de origem do cônjuge não é mais bem vinda.

Infelizmente alguns casais quando param para uma revisão, o problema já está em um estágio muito adiantado. É sempre mais fácil uma solução quando o problema está no inicio. Por melhor que seja o seu casamento, a possibilidade do surgimento de um problema no caminho, existe, não espere para ver se as coisas se resolvem por si mesmas. Ao primeiro sinal de perigo em seu casamento, pare, peça ajuda, busque socorro, não trate com displicência aquilo que pode se tornar irreversível. Alguns casais quando me procuram é quase impossível reverter, só um milagre...

Uma viagem de longa distância é agradável quando os dois na primeira parada, dizem um para o outro: "Já chegamos aqui? O tempo passou tão rápido e não percebemos, que viagem maravilhosa!" Separe um momento para conversar com o seu cônjuge, sobre como está sendo a viagem conjugal de vocês. Tenha coragem de perguntar: - Está sendo bom para você viajar comigo? Em sua opinião, o que está faltando para a nossa viajem conjugal ser melhor? O que é necessário para que a viagem conjugal seja o mais agradável possível.

Pratique a arte do falar, ouvir e compreender.

Cuidado com a de comunicação na viagem! Tudo na vida depende de como você se comunica com Deus, consigo mesmo e com o próximo. A incapacidade para o diálogo é a causa do fracasso da maioria dos relacionamentos. Viajar ao lado de alguém que não pratica a arte da comunicação construtiva ou se comunica de forma errada, é uma tortura psicológica insuportável. Já ouvi muitos casais dizendo: "Não conseguimos conversar sem brigar, ou, dialogamos muito pouco". A saúde de um casamento pode ser determinada pela qualidade da comunicação que os dois desenvolvem no relacionamento.

Geralmente as pessoas que tem dificuldade de se comunicar, é porque foram educadas em uma família disfuncional. É imprescindível que os pais pratiquem com os seus filhos a arte do diálogo, para que no futuro eles saibam construir relacionamentos de confiança dentro e fora de casa. Vejamos alguns pontos imprescindíveis para o sucesso da comunicação no casamento:

Pratique a arte do ouvir

Uma das chaves mais importantes no relacionamento conjugal, está no "ouvir". Nenhum casamento floresce se os dois não treinarem a ouvir com excelência. Hebert Cohen, considerado um dos melhores negociadores do mundo, diz: "Para se ouvir de forma eficiente é preciso mais do que escutar as palavras que são ditas. É necessário compreender e descobrir o significado do que está sendo falado. A final de contas, o significado não está nas palavras, e sim nas pessoas”. Para ouvir é necessário atentar para algumas regras básicas:
Primeira regra: Ouça olhando nos olhos do cônjuge, com a mente desarmada e o coração aberto.

Uma questão de concentração. Só assim é possível ouvir para compreender, e não apenas para responder.

Ninguém gosta de conversar com alguém que ouve mais preocupado em dar respostas do que em compreender. A comunicação só é eficaz quando há interesse mútuo de compreender.