sábado, 5 de abril de 2014

O que acontece com esses paulistanos?

Sentindo-se solitário?

 por Zé Luís

Perambulo pelas redes sociais e o que vejo – agora que se aproxima o período eleitoral e toda manobra política lícita (e ilícita) – é surgir uma série de postagens anti Dilma.

O perfil de muitos que divulgam os ataques são pessoas de famílias tradicionais. Muitas dessas famílias sempre dispuseram de recursos financeiros e estiveram de um lado do muro que não os obrigava a se interessar pela situação política nacional (para que se importar com a forma que eles, minoria abastada, se beneficia? Basta manter as coisas como estão. Qual interesse dos que já tem em correr o risco que outros tenham? Ter que dividir aquelas praias bonitas... não ter mais tantos inquilinos, já que o que era pobre agora compra sua casa e paga prestação ao invés de aluguel. Isso é comunismo!! rs), passam férias no exterior e falam normalmente sem conhecimento de causa.

Usam do argumento do “comunismo cubano” como ameaça a soberania nacional, mas o mundo capitalista – incluindo o Brasil – consome horrores da China comunista, mantendo os cofres daquele país cada dia mais recheado. A ilha que sofre embargo por ordem americana (não sabe o que é embargo? Os Estados Unidos proíbe que qualquer país do MUNDO negocie com eles: os cubanos não compram nada, e também não podem vender nada. Se algum país se meter a besta e o fizerem, os americanos embargarão aquele país também...) Curiosamente, não aplicam a mesma penalidade à China, que também é comunista... mistérios...

Recentemente, em entrevista, Cesar Maia revelou que os opositores do atual governo (com a estratégia para conseguir voltar a ter acesso aos benefícios que as posições politicas oferecem), contrataram mais de 9.000 militantes virtuais para falar mal, divulgar, ofender, a qualquer custo, o partido governante. Não é questão de ideologia, é salarial: eles ganham para isso, independente de quem está certo ou errado, se é ou não ético ou moral.

Dia desses, precisei utilizar os recursos de transporte paulistano, lugar onde esse mesmo grupo de empresários políticos de oposição mandam e comandam há décadas. Ônibus, trem e metrô. Moro no ABC Paulista, e tinha um checape marcado em um hospital na capital. Preferi deixar o carro na garagem e evitar o estressante trânsito daquela região.

Entrei no trem em São Caetano do Sul as 8:10 e sai no meu destino quarenta minutos depois, após fazer uma interligação para o metrô e descer próximo a Paulista.

Assim que fui cuspido na estação que tinha que descer, olhei para aquele aglomerado de rostos colados nas janelas de vidro do vagão e me perguntava.

A questão é essa: com milhares de usuários utilizando aquele tipo de transporte, diariamente, por que o atual governo DO ESTADO (sem relação com a presidenta, pessoal) continua sendo reeleito sistematicamente? Digo isso porque, quem elege essa turma, são os que estão ali, sofrendo até agressões para poder chegar no trabalho. Mulheres usam o trem e sofrem abuso por parte dos oportunistas que se roçam no corpo alheio de forma acediosa, pessoas se acotovelam em busca da mulher posição no vagão a fim de ser expelido na estação onde terá que descer.

Não há como evitar o contato físico naquela situação caótica: eu ainda sou um pouco mais alto e conseguia me equilibrar achando espaço no teto do vagão para apoiar a mão, mas em determinado momento das poucas estações que percorri, era só se deixar ser espremido, em pé, sem poder evitar que alguém encostasse suas partes onde bem entendiam.

Não foi a primeira vez que usei o serviço, que mantém o mesmo sufoco há anos, mas não são poucos os que usam todos os dias. E estes, por alguma idiotice inexplicável, parecem indiferentes àquilo e continuam usando seu voto para manter os responsáveis pelo que é - no mínimo - um desrespeito ao ser humano. O povo, que ali transpira e cansa, parece não enxergar o descaso, parecem não entender que eles não tem que viver aquilo, pois pagam com seus salários muito mais do que o governo – que colhe seus impostos – oferece (lembre-se: nas eleições, eles sempre prometem exatamente o que os impostos colhidos podem proporcionar, mas depois de eleitos, só fazem o que traz lucro pessoal – particionando o bolo pago entre contratinhos que pagam comissões para todo o time que encabeça e está envolvido nas licitações).

Logicamente, essas pessoas, que estão atualmente na liderança política local, sabem como se blindar contra essa ideia “boba” de tirá-los de seus cargos: montam notícias simultâneas em seus jornais, TVs, revistas, rádios, e recentemente, montam equipes em redes sociais. O jogo é denegrir o outro, e fingir que não há o que comentar desse lado onde eles trabalham.

Não me iludo que alguém destes usuários consiga realmente enxergar isso através desse esboço, num site perdido na vasta internet. Eles convivem com isso todos os dias e não enxergam.

Mas a gente tenta.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

O segredo mais bem guardado dos casais que dão certo

A categoria da qual você faz parte - doadora, trocadora e tomadora - pode muito bem determinar o êxito e a felicidade de seu relacionamento



De acordo com Adam Grant, o mais popular e mais jovem professor titular da Wharton School [escola de administração de empresas da Universidade da Pensilvânia] e autor de Give and Take: A Revolutionary Approach to Success, as pessoas se enquadram em uma de três categorias distintas: doadoras, trocadoras e tomadoras.

Embora o livro de Grant tenha sido escrito para um público de negócios, suas teorias oferecem insights extraordinários sobre os relacionamentos românticos. A categoria da qual você faz parte pode muito bem determinar o êxito e a felicidade de seu relacionamento.

Por exemplo, alguma vez um relacionamento romântico fez você sentir que não é bom o bastante? Alguma vez um parceiro romântico tirou vantagem de você? Você já sentiu que deu tudo para alguém e acabou se sentindo exaurido? Nesse caso, pode ser que se enquadre na categoria do parceiro romântico "doador".

Fato interessante é que, embora o estilo doador possa ter suas desvantagens, os doadores geralmente são os parceiros mais atraentes e os que têm mais probabilidade de ter relacionamentos de longo prazo.

Um estudo que examinou a característica mais valorizada em parceiros românticos potenciais sugere que homens e mulheres classificam a gentileza como um dos traços mais desejados.

Os doadores também são os que mais tendem a ser afetuosos, qualidade que determina o sucesso de longo prazo de um relacionamento, sem falar em sua própria longevidade.

Os doadores são pessoas cuja motivação principal é cuidar de outros, velar para que outros fiquem bem e contribuir para outros e para a sociedade. Num relacionamento, estas são as pessoas que estão sempre pensando em presentes para seu parceiro, que levam os interesses do parceiro em consideração e que vivem pensando "o que mais posso fazer por você?".

São pessoas fantásticas. Como Grant menciona no livro, todo o mundo gosta de ter doadores em volta, porque estes sempre gostam de contribuir e de pensar nos outros. Eles enxergam o relacionamento como oportunidade de dar e de cuidar.

Quando são infelizes no relacionamento, os doadores muitas vezes acabam pensando que há algo de errado com eles. São eles os que pensam que não são amáveis o suficiente ou bons o suficiente, porque -- em vez de colocar a culpa no parceiro -- eles assumem a responsabilidade pessoal de fazer o relacionamento funcionar. Se não receberem o apoio de que necessitam do relacionamento, podem acabar por sentir-se sugados e exauridos.

Os trocadores tendem a manter uma folha de balanço num relacionamento. Quando eles dão, o fazem com a expectativa de receber algo em troca. Quando recebem algo, sentem que precisam dar alguma coisa de volta.

Os trocadores são aqueles que "fazem as contas" e enxergam os relacionamentos um pouco como se fossem transações comerciais. São eles as pessoas que têm mais chances de dizer coisas como "eu fiz isso por você, mas você não fez aquilo por mim", ou "você pagou por isto, então eu pagarei por aquilo".

Os tomadores são exatamente isso: pessoas que tomam. Geralmente tratam as pessoas bem se e quando essas pessoas podem ajudá-los a alcançar seus objetivos.

Grant chama a atenção para um fato interessante: à primeira vista, eles muitas vezes aparentam ser as pessoas mais encantadoras e carismáticas. Sabem como seduzir e como atrair as pessoas de modo geral, mas, por baixo da superfície, o que os motiva de fato é o esforço para satisfazer suas próprias vontades. É possível reconhecer um tomador porque ele costuma tratar mal as pessoas que acredita que não tenham utilidade para ele.

Você sabe que está num relacionamento com um tomador quando se sente totalmente sugado, quer seja de dinheiro, afeto, tempo ou outra coisa. Uma vez que o tomador tenha arrancado de você tudo o que ele queria, você pode ser relegado à esfera desimportante da vida dele. O foco principal do tomador é sobre ele próprio.

Quem é o mais bem-sucedido e quem é o menos?

Grant chama a atenção para um fato fascinante sobre quem, entre esses três estilos, é o mais feliz e o mais bem-sucedido: o doador. E o tipo menos bem-sucedido? Também é o doador. Por quê? Os doadores que aprendem a orientar-se bem em um mundo que inclui trocadores e tomadores se saem muito bem.

Todo o mundo gosta dos doadores, confia neles e os apoia quando eles precisam disso. Então por que os doadores também são as pessoas menos bem-sucedidas? Porque alguns doadores não sabem como orientar-se nesse mundo e, consequentemente, acabam sendo vítimas de aproveitadores. Se você é doador, isso já deve ter acontecido com você pelo menos uma vez na esfera profissional e pessoal.

Imagine um relacionamento entre um doador e um tomador. Esse tipo de relacionamento termina com o doador totalmente esgotado, possivelmente tendo exaurido suas economias, seu tempo e sua energia com alguém que exige sempre mais e mais e que nunca ou quase nunca satisfaz as necessidades de seu parceiro (a não ser que o faça temporariamente porque isso lhe convém no momento).

O que faz um doador ser bem-sucedido? No livro de Adam Grant, uma dica que se destacou, para mim, foi a ideia de ser "doador com consciência". Consciência do quê? Tenha consciência de que neste mundo existem doadores, trocadores e tomadores.

Observe as palavras e os atos das pessoas e você saberá quem é quem. Quando navegar por seus relacionamentos românticos, amizades ou parcerias profissionais, procure descobrir a que categoria pertence seu parceiro potencial e não se deixe enganar pelas primeiras impressões (como foi observado acima, os tomadores são mestres em sedução, criando primeiras impressões positivas).

Numa situação não romântica, você pode lidar com trocadores e tomadores adotando uma atitude de trocador (sei que isso é difícil para quem é doador!). Comece a falar coisas como "Ok, temos um acordo. Você faz isto, e em troca eu farei aquilo."

E num relacionamento romântico, como fica? Consultei Adam Grant enquanto estava escrevendo este texto, e ele compartilhou a seguinte dica sobre o amor de longo prazo: "Nos relacionamentos que dão mais certo, os dois parceiros são doadores. Em outras palavras, quando um relacionamento romântico funciona, trocadores e tomadores procuram doar. Os dois parceiros podem estar doando de maneiras distintas, mas cada um precisa estar disposto a apoiar o outro sem esperar algo em troca. Isto dito, quando as coisas ficam excessivamente desequilibradas, acho que todos nós nos tornamos trocadores."

Imagine um relacionamento em que ambos os parceiros estão sempre satisfazendo as necessidades um do outro. Quando ocorre uma briga, os dois são os primeiros a dizer "sinto muito, foi culpa minha".

Um relacionamento em que ambos vivem suas vidas pensando no que será melhor para o parceiro. É evidente que os trocadores e tomadores também estão à procura de doadores; logo, se você é doador, procure um doador para você, porque você merece.

Se você se reconhecer como trocador ou tomador, então, antes de mais nada, parabéns por ser tão sincero com você mesmo. É claro que, em vista das qualidades afetivas do doador e de ele ser tão voltado a prestar serviço, também é do seu interesse ter um parceiro que seja doador. Mas peço que você reflita sobre duas coisas:

Para começar, os doadores nunca ficarão inteiramente felizes a não ser que você lhes dê o mesmo apoio que eles dão a você. Eles acabarão por sentir-se esgotados, e talvez até o abandonem.

Segundo estudo recente de Amie Gordon, da Universidade da Califórnia em Berkeley, as pessoas que sentem mais gratidão em seu relacionamento também sentem-se mais próximas do parceiro, mais satisfeitas com o relacionamento, e tendem a apresentar comportamentos mais construtivos e positivos no relacionamento.

Em última análise, para ter um relacionamento positivo que o beneficie, você vai querer que seu parceiro seja feliz e vai querer lhe dar apoio em troca.

Em segundo lugar, como o livro de Grant delineia com clareza, os doadores são as pessoas que acabam sendo as mais bem-sucedidas e mais felizes, desde que ninguém se aproveite delas.

Muitas pesquisas hoje mostram que um estilo de vida composto de gentileza e prestação de serviços a outros resulta em mais realização pessoal, além de saúde e felicidade. Logo, se você quiser ser feliz e bem-sucedido, é preciso que seja ou que se torne um doador.

Fonte: Exame

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Excelente ideia





Afim de fazer guerra? Veja o vídeo. Excelente propaganda.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Aquele ponto vazio na mente...



Uma coisa temos que admitir: quando ele projeta, o estrago é quase certo... quase...

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Um pouco de dança enquanto estou de férias


sábado, 4 de janeiro de 2014

O farol -a animação mais premiada do ano





O autor da animação que foi premiada 27 vezes é Po Chou Chi, um jovem diretor, natural de Taiwan, radicado em Los Angeles. Ele produziu a curta Lighthouse ("Farol") cheio de subtilezas e simbolismos. O filme trata delicadamente da relação entre pai e filho, do crescimento, de amor e respeito. Mostra que o fim também é o começo.

Dica preciosa de Suderland.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Erro na música cantada por Aline Barros

 por Zé Luís

  * Caros leitores. Perdoem pelo excesso de aspas, mas foi necessário.

Tenho “conversado” com alguns “crentes” nas últimas semanas. Conversado pelas vias virtuais, é verdade. Lido muitos de seus comentários registrados nas redes sociais e tenho me deparado com algo desanimador: apesar do imenso acesso que essas pessoas têm à informação, muitas delas continuam “desinformados” no que se refere a fé que confessam ter.

Sei que seria esperar demais que lessem algo que interpretasse o que não entenderam na Bíblia, ícone de todo aquele que se declara evangélico, já que não há como interpretar algo que nunca leêm. O resultado disso é uma que, apesar dos bons passos iniciais que deram quando escolheram trilhar essa senda, se perderam numa confusa teia de escolhas oferecidas, que nada tem haver com o que está nas Escrituras.

Inicialmente, parece exagero se preocupar com desvios tão imperceptiveis do foco inicial. Mas como sabemos, o nome do Mestre também é Caminho, e em longas jornadas, pequenos alterações iniciais significam, a longo prazo, grandes distancias entre o que deveríamos trilhar e onde estamos andando. Geralmente, quando nos damos conta de onde estamos, não vendo mais a presença Daquele que inicialmente estava ao nosso lado, entramos em crise. Garantimos ter feito tudo certo, e mesmo assim, algo deu errado. Culpamos Deus por nossa falta de compreensão, e em muitos casos dentro das comunidades - ditas – cristãs, deixa-se de crer na em sua existência. Muitos neo-ateus brotaram dessas “igrejas”.

Em todo o antigo testamento - e mesmo em Jesus, a cobrança por parte de Deus é para os que encabeçam e detêm as informações sobre Ele. Cristo, mesmo sendo o príncipe da paz, não economiza palavrões quando se refere as práticas dos fariseus da época: víboras, sepulcros lindos por fora, mas podres de carniça por dentro. Seu olhar é totalmente diferente àqueles que fizeram da religião uma profissão. Possivelmente, independente do século que encarnasse, os tais “crentes” o crucificariam assim que pudessem: Ele não era dado a politicagem, a fazer pequenas homenagens a líderes políticos/religiosos para conseguir pequenos apoios em seus sermões e gente que financiasse seu ministério. Na verdade, chamava-os para prestar contas do porquê de não estarem dando ao povo aquilo que “Ele” havia ordenado (como se Ele fosse Deus, o autor do que estava escrito).

Como exemplo, usarei o refrão de uma canção interpretada por Aline Barros (cantora dona de uma linda voz e que não tenho nenhum tipo de observação negativa a ponderar): ”Ressuscita-me”.

Escolhi essa música especialmente por ser cantada justamente por ser reconhecidamente uma cristã genuína, e dona de um testemunho exemplar em seu meio (lógico: sempre haverá aquele com meia duzia de pedras em seus bolsos procurando testas a serem apedrejadas e trará aqui motivos para usar seu conteúdo).

“Remove a minha pedra e me chama pelo nome” canta Aline, nos emocionando com sua voz forte, enquanto milhares de pessoas fazem coro, declarando a canção que já tirou lágrimas de celebridades como Xuxa e Eliana.

Mas não querendo ser chato...;-)

O trecho bíblico no qual o autor da letra se inspirou refere-se a passagem onde o amigo de Jesus, o defunto Lázaro, volta a vida após quatro dias, obedecendo à ordem de Cristo.

O detalhe é que Jesus ordena aos presentes para que estes removam a pedra que tampa o sepulcro. Ele não o faz. Uma das irmãs de Lázaro ainda tenta convencer o Rabi a desistir da ideia: “Quatro dias? A catinga está demais!” A música pede para o Cristo o faça.

Ele não põe a mão a fazer aquilo que um homem pode. Ele ressuscita o morto, o milagre é dele. Coisinhas que homens e mulheres podem, eles devem fazer. Ir até onde é humanamente possível, apesar do peso que a tal pedra possa ter e o esforço a ser despendido nessa ação.

A letra peca nesse pequeno detalhe, pois ilude o que crê na esperança de que Deus fará aquilo que eu posso mas ando indisposto. Essa pequena distorção de compreensão fará diferença em momento de sua peregrinação. Você pode esperar eventualmente algum milagre, mas não pode esperar que Ele faça as coisas que você, até com certa dificuldade, pode.

Você pode orar por chuva, mas não pode fazer ela acontecer. No entanto, seria de bom grado, já que orou e crê que pode acontecer, levar um guarda-chuva para eventuais respostas divinas.

Ainda sobre milagres, muita gente morreu durante a estada de Jesus entre os homens, mas registros de ressurreição foram bem poucos em relação ao que falecia. Há propósito nas ações do Messias.

Não é porque Jesus é capaz de multiplicar pães e peixes que você deve abandonar o trabalho que te sustenta e viver apenas das acoes sobrenaturais que o Mestre é capaz de oferecer.

Se você, dentro desse pequeno exemplo, percebeu que seu entendimento sobre o “modus operandi” de Deus é diferente do que esperava em sua vida, pense no imenso mar de informações deturpadas que podem te levar a becos sem saída, simplesmente porque fez escolhas que julgava absolutas e nada mais eram que as interpretações – errôneas? - de alguém que também não conhecia integralmente o assunto no qual se aventurou a divulgar, sem ter ideia que a pequena distorção poderia causar um estrago relativamente grande.